Bela Festa da Literatura do Maranhão, na Bienal Internacional de São Paulo/2026
Maura Luza Frazão é professora, pesquisadora, escritora, poetisa e ativista literária. Sua trajetória contempla sete obras publicadas: Nuances de Uma Essência (2021), Maura Luza e Convidados (2021), Revisitando Memórias (2022), Poeticidade Latente (2023), Era Uma Vez Uma Mamãe Rolinha (2024), Viagens Literárias (2025) e Afrodescendência em Mim (2026). É detentora de prêmios e comendas nacionais e internacionais, com destaque para o Título Mulher Evidência (2023), o título de Mensageira Evidência da Paz (2024), o Selo Mulher Evidência (2025) e uma homenagem internacional em Zurique (Suíça), por sua valiosa contribuição literária na obra coletiva Mulheres Que Mudaram o Destino (2026).
No dia 08 de setembro de 2026, o prestigiado palco da Bienal Internacional do Livro de São Paulo recebeu a escritora maranhense para o lançamento oficial de Afrodescendência em Mim.
O evento ocorreu no estande da Leia Mais e reuniu nomes expressivos da literatura nacional. Estiveram presentes as autoras maranhenses Antonieta Lago e Flavia Leite, bem como as escritoras baianas Lúcia Matos e Duda Pereira, e o escritor português Fábio Nobre, que também lançaram suas obras literárias, todas com o selo editorial da Editora Invitro.
O escritor pernambucano Ronaldo de Andrade, criador da forma poética Spina, abrilhantou o evento acompanhado de Daniel Munduruku, renomado escritor, ator e expressivo expoente da cultura indígena brasileira.
Também estavam presentes no evento as escritoras maranhenses Anna Liz (presidente da AJEB – MA), Wanda Cunha (ajebiana e presidente da AMT) e Adriana Bezerra (ajebiana)
O evento contou ainda com a presença afetuosa de Eliziane Nunes e de seu filho Pedro. Eliziane, amiga de infância de Maura e considerada por ela uma verdadeira irmã, reside em São Paulo há quase três décadas.
O lançamento transformou-se em um vibrante movimento literário, reunindo autores aclamados do Brasil e do mundo.
Ao apresentar Afrodescendência em Mim em solo paulista, a professora, pesquisadora e escritora Maura Luza Frazão não ofereceu apenas mais uma obra ao público: compartilhou sua ancestralidade e um profundo sentimento de pertencimento, pulsantes em cada página. Com uma escrita imersa em essência ancestral a cada verso e estrofe, o livro promove um mergulho visceral nas memórias e histórias de seu povo, há muito invisibilizado. Assim, seu mais recente "filho literário" abre caminhos para a interação e a comunhão entre leitores e autores apaixonados pela arte da escrita.
Dessa forma, Maura Luza Frazão abrilhantou o cenário internacional da Bienal de São Paulo com poesias carregadas da ancestralidade monçonense. Uma obra de exaltação e celebração às mulheres negras e afrodescendentes que ousaram erguer suas vozes, inscrevendo suas histórias e memórias nos anais da literatura brasileira.






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