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Brasil HISTÓRIA E MAGIA

EXCLUSIVO: autor revela um dos importantes capítulos de "A Serpente Fantasma", dia do aniversário do Rei Sebastião

Hoje, 20 de janeiro, nascia um dos reis mais interessantes de Portugal.

20/01/2021 11h02
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Por: Mhario Lincoln Fonte: João Ewerton
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467º. Aniversário do Rei Sebastião

20 de janeiro de 2021: por João Ewerton, autor do livro épico "A Serpente Fantasma".

Amazon.com

Foi o rei português mais marcante na história do Maranhão, até mais que todos os outros reis juntos, incluindo-se os franceses, já que São Luís é a única capital brasileira que não foi fundada por portugueses.

Rei Sebastião nasceu em Lisboa, no dia 20 de janeiro de 1554, e morreu em julho de 1578. Foi apelidado de "o Desejado". Exerceu o reinado em terras de  Portugal e dos Algarves de 1557 até a sua morte em julho 1578. Era filho de Joana da Áustria e de João Manuel, Príncipe de Portugal, este, morreu 18 dias antes do nascimento do Rei Sebastião. 

O Rei Sebastião ascendeu ao trono muito jovem, aos três anos, após a morte de seu avô o rei João III, sendo instaurada uma regência durante a sua menoridade, primeiro por sua avó a rainha Catarina da Áustria, e depois por seu tio-avô o cardeal Henrique de Portugal.

Sebastião assumiu o governo aos catorze anos de idade no ano de 1568, manifestando grande fervor religioso e militar. Solicitado a cessar as ameaças às costas portuguesas, e motivado a reviver as glórias da chamada Reconquista, decidiu montar um esforço militar em Marrocos, numa grande cruzada, após Mulei Mohammed ter solicitado a sua ajuda para recuperar o trono. Com a derrota na Batalha de Alcácer-Quibir em 1578 deu-se o desaparecimento de Sebastião em combate e da nata da nobreza, iniciando a crise ao trono de 1580 que levou à perda da independência para a Espanha com a União Ibérica, e ao nascimento da lenda de que numa manhã de nevoeiro D. Sebastião voltaria à pátria.

Essa é a versão criada pelos cronistas de Felipe II, mas a história do Rei desejado, é bem diferente, do que narram as crônicas perversas dos escritores patrocinados por Felipe II, para destruir a imagem do sobrinho, conforme é contado pela personagem fictícia, Martiniana, uma mulher misteriosa que aparece numa noite de tempestade, na fazenda do personagem central da trama do romance: “A Serpente Fantasma” de João Ewerton, lançado recentemente na Amazon.com. (Siga o link).

Numa conversa durante o café da manhã, a misteriosa senhora que chegara sob grandes rajadas de chuvas e raios, na noite anterior, é instigada por Breno, o personagem central da trama, a falar sobre o Rei Sebastião, pois Breno vem sendo perseguido por aparições bizarras, oriundas do reino de Queluz, onde supostamente estaria o Rei Encantado. 

João Ewerton, autor de 'A SERPENTE FANTASMA'.

E assim começa a narrativa de Martiniana, no Capítulo XVI; “Mistério resguardando mistério,”

- Aguaeretama era uma índia muito bonita, de uma tribo antiga de Cumã, que ficava à Beira-mar... Ela estava prometida em casamento para o cacique da tribo, a contra gosto dela, por isso, ela se via consumida pela tristeza, e fugia da tribo para vagar pela praia nas noites de lua, e numa dessas noites, ela se deparou com o rei D. Sebastião - O touro negro encantado, passeando, nas horas grandes, sobre as ondas, como se elas fossem o seu pasto. 

Aguaeretama a princípio ficou muito assustada, mas não teve intenção de fugir daquela aparição, ao ver aquele touro arisco, se aprumar sobre a areia da praia, e se transformar num jovem muito belo, o qual ela veio saber bem depois, que se tratava de um rei português. Relata Martiniana, cortando mais um pedaço de queijo com a lateral do garfo, e depois, espetando-o com ele, para levá-lo até a sua boca ávida.

- Mas o rei Sebastião não era um homem velho? Indaga Breno, com certo estranhamento.

- Que nada, ele morreu aos 24 anos. Corrige Rodrigo.

- O belo rei foi um monarca brilhante, dotado de uma habilidade genial para governar, e para a arte da guerra, mas teve o seu reinado encerrado de forma brutal, através de uma morte planejada, e encomendada, pelo seu tio, Felipe II de Espanha.

- Como assim? Eu desconheço essa história! O que os livros contam é que ele foi um louco irresponsável. Diz Rodrigo, expressando-se surpreso com a declaração que Martiniana acabara de fazer.

- Se o rei Sebastião não houvesse nascido, quem assumiria o trono de Portugal seria o seu tio, Felipe II, que nunca aceitou ficar fora do trono de Portugal, tanto que, certa vez, durante a sua infância, o rei Sebastião adoeceu, e, Felipe II chegou a tentar agravar a doença do Rei D. menino, intentando matá-lo, através das ações controladas de D. Alonso de Tovar, embaixador castelhano. E essa intenção de Felipe II só não se cumpriu, porque a Corte Portuguesa se sentiu invadida por ele, e impediu o acesso de D. Alonso de Tovar, ao Rei D. Sebastião.

- Eu não conhecia esses detalhes que a senhora está relatando. Afirma Rodrigo, empolgado com a narrativa de Martiniana.

- Mas por que ele queria tanto Portugal, se a Espanha também tinha colônias importantes? Pergunta Breno, intrigado com as revelações feitas pela estranha senhora.

- O Felipe II era um grande estrategista e homem muito ganancioso. O sonho dele era tomar Portugal, porque se juntassem as colônias portuguesas, com as terras conquistadas pela Espanha, ele teria um império, como nenhum outro conquistador teve, em toda a história da humanidade. Nem Alexandre, nem Gengis Khan, tiveram domínios com essa dimensão, e ele passaria a ser o maior conquistador da história. Esse sonho tomou o seu juízo, no dia em que o rei Sebastião, encontrou-se com ele em Guadalupe, em dezembro de 1576, para lhe pedir apoio na Jornada de África, e ali, naquele momento, já premeditando a destruição do sobrinho, o rei de Espanha prometeu auxiliá-lo com 50 galés e 5.000 homens, desde que ele fizesse a expedição em Agosto de 1577, e essa exigência, era na verdade, o bote da serpente sobre o destino do jovem rei... 

- Não entendi! Afirma Rodrigo, tentando adivinhar onde Martiniana queria chegar com aquela afirmação, enigmática.

- O rei Sebastião estudou a arte da guerra como poucos estudaram, e ele sabia que o seu tio também era um grande estrategista, por isso, confiando no caráter, na experiência, e no parentesco do tio, o jovem rei, então, com apenas vinte e dois anos de idade, mostrou ao tio toda a estratégia de combate que ele utilizaria no Marrocos. Explicou-lhes Martiniana.

- Entendi! O Felipe II ficou sabendo de como ele ia combater! Comenta Rodrigo. 

- Sim. E o Felipe II, como uma velha raposa astuta, precisava apenas saber da data em que essa batalha aconteceria, por isso, ele impôs ao sobrinho a condição da sua ajuda militar só acontecer, se o Rei Sebastião fizesse aquela jornada no mês de agosto do ano seguinte, e, ao confirmar essa data para seu o tio monarca, o rei Sebastião, lhe deu a data da invasão, e esse foi o seu grande erro, pois interessado em dar cabo à vida do sobrinho para assumir o trono português, Felipe II encaminhou um emissário para informar o sultão do Marrocos, dando-lhe não só a data em que o Rei Sebastião iria guerrear contra o sultão, mas também, toda a sua estratégia de combate, e o posicionamento das suas tropas. Mas aconteceram muitos imprevistos e o Rei Sebastião teve que adiar a sua ida ao Marrocos, e o ser comunicado pelo sobrinho do adiamento da empreitada para o ano de 1578, o rei de Espanha enviou outro emissário para comunicar a nova data para o Sultão Abdelmalek, que já havia pedido reforços aos seus aliados, e preparado uma grande emboscada para pegar de surpresa o jovem, e bravo Rei D. Sebastião, massacrando-lhe então, no dia 4 de agosto de 1578, no deserto de Alcácer-Quibir. Conclui Martiniana, colocando um pouco de café na sua xícara.

- Eu tinha péssima opinião sobre ele. Afirma Rodrigo, ainda impactado com as informações dadas por Martiniana.

- Sim, ele ficou com péssimas reputações, todas criadas e difundidas pelos cronistas contratados por Felipe II, cumprindo uma campanha para desmoralização de um rei, que foi tão genial em combate, que o seu elmo foi encontrado com mais de oitenta e duas marcas de espadas inimigas, na parte frontal, quando o número registrado em outros elmos, é de vinte a trinta e poucas incisões. E no seu elmo, está registrado o motivo da sua morte, sob o impacto de uma granada disparada à traição, após o encerramento do combate, pois a sua viseira já estava voltada para trás da cabeça, deixando claro que o combate havia acabado, e ele tentava ter uma visão melhor do que estava à sua volta, sendo que esse impacto vindo de trás, deixa claro, que ele foi morto por gente que estava no seu exército, e a própria marca deixada pelo impacto dos estilhaços da granada, demonstra, que, aquele tipo de granada só era usada pelo exército de Portugal, e de Espanha, o que leva a crer, que ele foi morto pelo Capitão Aldana, comandante dos quinhentos espanhóis enviados por Felipe II, que tinha a expressa missão de eliminá-lo, caso ele sobrevivesse ao ataque inimigo. 

- Que cara sinistro, esse rei espanhol. Desabafa Breno, indignado com as atitudes covardes de Felipe II. 

- Os espanhóis foram os colonizadores mais cruéis da história das navegações, as suas presenças nas terras conquistadas sempre foram marcadas por assassinatos bárbaros, saques inescrupulosos, e destruição das culturas nativas. Diz Rodrigo, em tom bastante incisivo.

- E para se ter certeza da genialidade do rei Sebastião, basta citar, que, duzentos anos depois de Alcácer-Quibir, Napoleão, um dos maiores guerreiros conhecidos, copiou a sua estratégia de combate para a Batalha de Alcácer-Quibir, e invadiu o Egito com sucesso. Relata Martiniana, após tomar um bom gole de café, e colocar a xícara de volta sobre o pires encharcado.  

- Mas por que o Felipe II teve tanto interesse em acabar com a moral dele? Indaga Breno, demonstrando-se um pouco intrigado, com aquela história confusa.

- Porque o rei Sebastião, era muito amado pelo seu povo, eles o chamavam de; “O desejado,” porque, se ele não tivesse nascido Portugal cairia nas garras da Espanha, além disso, ele foi um rei que, embora tenha governado por apenas dez anos, conseguiu nesse pouco tempo, visitar Portugal inteiro, chegando a dormir em casa de camponeses, para saber como era a vida deles, e, além disso, ele se opôs ao luxo da corte, que parasitava as reservas financeiras de Portugal, tomou medidas duras contra a nobreza, e outras que favoreciam aos pobres. Ele fez uma reforma na nobreza, levando pessoas ricas para injetar dinheiro na Coroa, que estava falida, e essa reforma foi tão importante, que D. João VI a copiou, para que a Coroa portuguesa, pudesse se manter aqui no Brasil. Por isso o povo o amava o rei Sebastião Primeiro de Portugal, e essa adoração do povo por ele, ao mesmo tempo em que rejeitavam o domínio espanhol, foi que levou Felipe II a se dedicar tanto em destruir a sua reputação diante do povo português. Na verdade, todas as imputações perniciosas, que Felipe II fez à memória do Rei Sebastião, são na verdade, a reprodução de todas as anomalias comportamentais, que o seu primeiro filho; Carlos Lourenço, príncipe das Astúrias, apresentava no seu quadro mórbido de psicopatia, que levou o próprio Felipe II a mandar envenená-lo. 

No fundo da minha alma, eu acho que ele teve inveja, ao ver o filho da sua irmã, tão brilhante, enquanto o seu primogênito era completamente descompensado e perigoso.

- Perigoso? Indaga Breno, cheio de curiosidade.

- Tão perigoso que estuprou a sua própria tia, a Joana de Áustria, a mãe do Rei Sebastião, por várias vezes, tentava matar seus criados, e ameaçou a vida do próprio pai por diversas vezes. Disse Martiniana, com muita ênfase em suas palavras.

- Ou seja: Ele degolou o rei Sebastião para poder ficar mais alto. Comenta Breno, abismado com os relatos de Martiniana sobre Felipe II.

- E acabou ficando mais alto sim, pois ele abreviou a morte do Cônego D. Henrique, tio do Rei Sebastião, que lhe sucedeu ao trono de Portugal, e assumiu o reino de Portugal quatro anos após a morte de D. Sebastião, e a partir de então, ficou conhecido como o maior conquistador da história universal, tanto que as Filipinas, por exemplo, são denominações de territórios longínquos em sua homenagem. Mas nada disso apagou o amor do povo português pelo seu rei desejado, pois até vinte anos depois da sua morte, ainda apareciam forasteiros em Lisboa, se dizendo ser o re,i que havia retornado do Marrocos, e o povo os acolhia, mas todos foram cruelmente executados por Felipe II.

- Agora eu entendi! Afirma Breno.

- Eu acho história uma coisa tão confusa, que eu nunca me interessei por ela. Diz Bruna, após um breve cochilo. 

- Nem precisava tu dizer nada! Retruca Bertoldo, se rindo da cara de sono de Bruna.

- Só para concluir o assunto... Diz Martiniana, após pigarrear duas vezes.   - A perseguição de Felipe II à reputação do Rei Sebastião foi tamanha, que até os retratos do jovem rei foram alterados, para tornarem-se com expressões deformadas e antipáticas, pois, ao contrário do que se mostram os seus retratos, consta que o jovem rei era muito bonito, simples, e simpático para com os seus súditos. Conclui Martiniana, ainda catando alguns farelos do queijo de Bacurituba, que haviam sobrado dentro da travessa.

- Por que isso tudo? Pergunta Rodrigo.

- Porque o povo português simplesmente odiava Felipe II, e ele precisava fazer de tudo para denegrir a imagem do jovem rei, e deixá-lo odiado pelos seus súditos, com medo de que um dia, o povo viesse a descobrir que ele o havia matado, e quisesse vingança.

- Entendi. Seria mais fácil o povo aceitá-lo, entendendo que ele livrou Portugal de um reizinho retardado. Diz Breno, buscando a confirmação de Rodrigo.

- Exatamente isso! Sentencia Martiniana, após colocar a mão fechada sobre a boca, para abafar uma tosse provocada pela sua fala excessiva.

 

 

Quanto ao aspecto da entidade Xapanã, a ótica umbandista da lenda do Rei encantado, o Romance; “A serpente Fantasma” no 

 esclarece detalhes que poucos pesquisadores já conhecem. Esses detalhes saem da boca da personagem; Alityzia, princesa mutante, regente do Principado Otomano de Queluz, situado no fundo do mar, onde acreditavam que seria o reino encantado do Rei Sebastião.

                           No Capítulo XX  “O corpo sem alma , e a alma sem corpo.”

Após a sua chegada em Queluz, Breno tem um encontro apimentado com Alityzia, e no meio da conversa ele indaga sobre algumas curiosidades daquele mundo encantado, entre elas, a figura do Rei Sebastião conforme segue abaixo.

******

Breno se retira da alcova, e, acompanhado pelos soldados e pelo Capitão Otomano, retorna para o salão do trono, onde Alityzia o aguarda.

- Como estou? Indaga Breno, dando uma volta de trezentos e sessenta graus em frente à Alityzia.

- Está perfeito! Vocês podem voltar aos seus postos, diz Alityzia se reportando aos soldados e ao Capitão Otomano.

- Vamos nos divertir um pouco, meu querido, você precisa relaxar. Diz Alityzia, pegando a mão esquerda de Breno, levando-o para o interior do palácio. 

- Cadê a índia boazuda que apareceu antes de você surgir?... Indaga Breno, passando a mão em volta da cintura de Alityzia.

- Ela é apenas uma máscara que eu uso... Responde Alityzia, apalpando acintosamente, a nádega esquerda de Breno.

- Como assim? Questiona Breno, segurando a mão de Alityzia, e retirando-a da sua nádega esquerda.

- Eu e a maioria das entidades, que atendem pelo nome indígena, lá nos terreiros do mundo lá de cima, na verdade, são otomanos, que trocaram os seus nomes, para não serem perseguidos pela inquisição.

- Mas não tinha uma parada do rei Sebastião aparecer virado num boi? Pergunta Breno, antes de enfiar o seu rosto entre a cabeleira, e o pescoço de Alityzia, para dar-lhe um cheiro.

- O rei Sebastião é uma história que nós inventamos para humilhar os cristãos. Diz Alityzia, passando a mão em volta da cintura de Breno, e enfiando a mão por entre a sua cintura, e a faixa de tafetá da sua roupa.

- Não entendi! Exclama Breno, mostrando-se muito intrigado com aquela narrativa. 

- Nós transformamos o rei português, que era católico fanático, numa entidade pagã, o Xapanã, e o colocamos no fundo do mar, tudo de forma irônica, claro, pois Xapanã é orixá de terra, e não estaria sujeito às aguas, e o rei odiava os mouros, pois, era racista como a maioria dos portugueses o era, senão, não teriam escravizado tantos negros com o fizeram de forma tão cruel. 

- Mas por que a figura do rei Sebastião, e não outro rei português? Questiona Breno, ainda perdido diante das explicações de Alityzia.

- Porque os otomanos o derrotaram na guerra santa de Alcácer Quibir, cinco anos depois de termos sido derrotados, e humilhados pelos cristãos, na guerra santa da ilha de Lepanto, na Grécia. Explica Alityzia, retirando a sua mão da cintura de Breno, para enfiá-la através da abertura frontal da sua camisa.

- Tá bacana, mas e o boi?

- Como assim o boi? Indaga Alityzia.

- O que o rei Sebastião tem a ver com o boi, se ele não era fazendeiro, nem brincante de boi? Questiona Breno, ironizando a sua dúvida.

- O touro é o boi Ápis egípcio, que rege a ressurreição. Enquanto ele estiver associado ao rei Sebastião, ninguém se esquecerá dele, nem da nossa vitória em Alcácer Quibir, entendeu? Diz Alityzia, acariciando o peitoral de Breno por dentro da camisa. 

- Agora eu saquei qual é! E a “serpentona” que estava no trono na hora que eu cheguei?... Indaga Breno, se referindo à grande serpente, na qual Alityzia estava transformada, no momento em que ele chegou na sala do trono.

 - Já queres saber demais! Isso é uma maldição que um dia a lua me pagará. Disse Alityzia, pegando as bochechas de Breno com o movimento pinçado dos dedos polegares e indicadores. 

Alityzia e Breno seguem de mãos dadas, através de um extenso corredor em curva acentuada para a esquerda, tendo do lado direito portas em arco árabe, muito distantes umas das outras, e ao lado esquerdo janelas com arcos árabes, e colunas otomanas em mármore branco, decoradas com baixos-relevos. 

 

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