NE: Dorian Gray é um personagem criado por Oscar Wilde no romance "O Retrato de Dorian Gray", publicado em 1890. O personagem é notável por sua busca pela beleza e juventude eterna, enquanto seu retrato envelhece e revela os efeitos de seus atos imorais.
Embora o personagem de Dorian Gray tenha sido criado no século XIX, muitos pensadores do século XXI começam a analisar e interpretar seu significado psicológico. Um exemplo de pensador contemporâneo que se debruçou sobre a psicologia de Dorian Gray é o psicólogo e escritor Jordan Peterson. Em suas palestras e livros, Peterson discutiu a dualidade da natureza humana, a busca pela perfeição e os perigos de se concentrar exclusivamente na aparência exterior, temas que são centrais na história de Dorian Gray.
Através da lente psicológica, Dorian Gray pode ser visto como um exemplo de narcisismo extremo e a busca implacável pela satisfação dos desejos pessoais, independentemente das consequências morais. A história também levanta questões sobre a natureza da responsabilidade moral e a corrupção da alma humana. Embora Gray seja um personagem do século XIX, sua complexidade e relevância ainda são discutidas e exploradas por pensadores contemporâneos, como Jordan Peterson, à luz de questões psicológicas e morais atemporais.
É o que faz o resenhista, poeta e pesquisador Leonardo Magalhaens, de Belo Horizonte, em vídeo-bônus, abaixo:

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