Minha língua, minha pátria. Como me orgulho dela - falando e escrevendo.
Como falam os escritores: "A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo."Surgem do "nada" artigos, crônicas e romances históricos ou não... Enfim, histórias de homens e seus sonhos que se materializam nos "esconderijos", aparentemente escuros e inacessíveis. Mas tudo é luz - liberdade, e meus folhetos, brochuras, opúsculos, guias, livretos, livros, manuais e rituais, obras impressas ou não, emergem e são frutos de tudo isso, sobretudo da minha amada e inseparável língua pátria - portuguesa.
Fico às vezes a imaginar, sem ainda escrever, quantos filhos ainda me darão a língua que falo, minha mãe que me compreende e vice-versa. Pobre, infeliz, eu diria: é aquele que não compreende sua fala, sua escrita, seus pais e mães - seus meandros. Ai de mim se não tivesse que falar e escrever essa língua tão linda, complexa, mas como mãe e pai, compreensível e sempre acessível.
Aos primeiros - pioneiros, sobretudo aqueles que estudam e preservam e fazem dela sua cama, seu trabalho e seu aconchego - descanso, meu reconhecimento: Irmãs Valois, Zoé Cerveira, Rosa Castro, Nadir, Luiz Moraes Rego, Carlos Cunha, Irmão Sérgio, irmão Pio Jerônimo Barroso de Albuquerque, Ramiro, Ivis Diniz, Jadiel, Fernando Novaes, Kleber Neves, Barros, Alencar (in memoriam), Zefinha Bentivi, Furtado (in memoriam), Ceres, Sônia, Carlos, Dino, José Neres, Manoel Carlos, Inaldo Lisboa, e outros. Eu dou viva à língua que falo, a Língua Portuguesa. Saúdo a todos! Viva nossa pátria! Viva nossa Língua Portuguesa!!!
( Antonio Guimarães de Oliveira - 05.11.2023. São Luís - MA).

Mín. 13° Máx. 20°