CARLOS CUNHA
José Neres
(Para Wanda Cristina Cunha)
Ele acendeu as lâmpadas do sol,
Para iluminar apagada história
Perdida em um moinho de memória,
Sem canto de Sabiá ou Rouxinol.
Ele das artes não quis ser farol,
Mas tantos caminhos iluminou,
Mas a tantas histórias transformou
Com suas aulas, com versos de escol!
Ele a arte da crítica dominava,
Várias obras dos jovens resenhava
E escrevia com intensa paixão.
No fim, lutando contra ingratidão
E, chamando o tempo por testemunha,
Gravou um nome no ar: Luís Carlos Cunha

1 foto A LITERATURA EM FESTA (O Brilho do VII FESTMACPU na UEMA)
1 foto “CADA MACACO NO SEU GALHO”. Por Eloy Melonio
1 foto História: “O Futuro e o Passado na Hora do Voto”, por Marcus Saldanha
1 foto “Vale Tudo”, crônica de Eloy Melonio para o Facetubes
1 foto Jorge Lobo lança o livro “Análise Econômica dos Crimes em Licitações”em São Luis.
1 foto Literatura, diálogo e políticas públicas para a cultura ludovicense! Mín. 13° Máx. 16°
Mín. 9° Máx. 19°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 19°
Tempo nublado
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”