ACADÊMICA MÔNICA RAOUF EL BAYEH Faleceu
É com pesar que a Academia Poética Brasileira comunica o falecimento da acadêmica MÔNICA RAOUF EL BAYEH , no Rio de Janeiro, após uma segunda parada cardíaca. Ela havia se submetido a uma cirurgia de risco e não resistiu.
Em 2017, o presidente Mhario Lincoln, da APB, e os confrades Betto Pereira e Maria José Silva estiveram num encontro regional da seccional APB/Rio, ocorrido na cidade de Petrópolis, onde Mônica foi o grande destaque por sua personalidade dinâmica, excelente interação social e expansividade incomuns.
Lá, a acadêmica Monica Raouf concedeu uma longa entrevista à iTV Artesanal durante a visita dela (com Claudio, seu esposo), ao ateliê do confrade Betto Pereira. É essa entrevista que será, abaixo, relembrada.
Ela conta praticamente sua vida. E é assim que a APB gostaria de lembrá-la. Com toda uma vivacidade, uma alegria, uma exuberância de princípios e a dinâmica de escrever diariamente não só crônicas para o Jornal EXTRA, mas para suas intensas atividades nas redes sociais, além de atender pacientes de todos os ciclos em seu consultório de psicologia.
Monica tem uma família excepcional, especialmente o esposo Claudio, cuja alma e personalidade dignificam quem dele se prende por amizade.
A missa de 7º Dia foi realizada na Igreja Nossa Senhora do Líbano, no Rio de Janeiro, dia 28/03/20. Daqui, pêsames e sentimentos profundos à família enlutada.
DECISÃO OFICIAL: A Partir desta data, a Cadeira de número 19 receberá, em definitivo, o nome de MÔNICA RAOUF EL BAYEH como patronesse definitiva, por ser ela, um dos membros-fundadores da Academia Poética Brasileira.
Essa alegria, nunca morrerá!
Em tempo: Sobre Mônica Raouf, assim escreveu Raquel Ramos, escritora e editora do site http://www.superlinda.com/
Mônica, minha linda.
Não há palavras para definir o sentimento que se acometeu no meu coração. O que me consola é acreditar que tua partida não é o fim de uma existência, e sim o começo de uma nova.
A leitura de seus versos e prosas, nas redes sociais, sempre foi motivo da minha admiração. Era especialista em escrever o cotidiano da vida. O dela e o nosso. Trocávamos mensagens, falávamos ao telefone como amigas de infância, até que decidi ir ao Rio para conhecê-la. E por isso me sinto uma privilegiada. Sou uma das poucas amigas virtuais que a conheceram pessoalmente, por ter sido recebida em sua casa e conviver um dia, que seja, junto a sua família. Me receberam, ela, o marido Claudio e os filhos, com abraços apertados, cafézinho, e conversa solta.
Mônica é carioca, professora e psicóloga clínica, poeta e escritora. Ela pedia para que mandássemos nossas histórias para ela escrever, sempre resguardando a identidade dos personagens nominando-os por “moça ou moço", eu mandei e tive a honra de ter a minha escrita, agora eternizada, por ela. Jamais a esquecerei.
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