O Museu Florestal “Octávio Vecchi”, localizado no Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal), na zona Norte da capital paulista, completa, nesta quinta-feira (30), 90 anos de história dedicados ao conhecimento e à preservação da natureza. Em comemoração, o espaço lança uma publicação comemorativa com curiosidades e informações sobre sua trajetória.
Entre os fatos descritos na revista digital está o adiamento da inauguração, que ocorreria em 21 de setembro de 1931 (Dia da Árvore). No entanto, em virtude da forte chuva que caiu na ocasião, a abertura oficial aconteceu no dia 30 daquele mesmo ano.
O acervo da instituição é composto por um diverso mostruário de madeiras entalhadas, sementes, peças de escolas de xilografia, de charão (laca japonesa), marcenaria, marchetaria, aquarelas, um grande painel a óleo que ilustra a história de São Paulo, de autoria de Helios Seelinger.
No local também é possível conferir uma pintura de espécies nativas realizada por Antonio Paim Vieira, além de vitrais executados pela Casa Conrado, o primeiro ateliê de vitrais do país, além de outras obras.
Edifício histórico
O projeto do Museu Florestal foi desenvolvido no fim da década de 1920 pelo, então, diretor do Serviço Florestal, Octávio Vecchi. O edifício foi construído entre 1928 e 1930. O espaço foi projetado especificamente para receber o acervo, bem como laboratórios de pesquisa que funcionaram no piso inferior entre as décadas de 1930 e 1960.
O espaço, reaberto à visitação após o período de restrições em razão do combate à pandemia da Covid-19, abrigou laboratório de meteorologia, de fotografia, herbário e xiloteca.
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