Conheça os homenageados deste ano
Aliduino Zanella - Patrimônio
Jeruse Maria Romão - Letras
João Antônio Schmitz - Cultura Popular
Jorge Luiz Schröder - Artes Visuais
Marco Aurélio da Cruz Souza - Dança
Rosilda Mara Moroso - Letras
Daniel Lucena (in memoriam) - Música
Banda Dazaranha (pessoa jurídica) - Música
Os nomes foram indicados ao CEC por consulta pública, realizada entre 7 de outubro a 6 de novembro, por meio de um formulário on-line. Todos os nomes indicados foram analisados pelo Conselho, que selecionou as oito personalidades para receber a comenda.
Sobre Cruz e Sousa
João da Cruz e Sousa (1861-1898) foi um poeta brasileiro. Com suas obras Missal (prosa) e Broquéis (poesia), publicadas em 1893, foi precursor do movimento simbolista no Brasil, do qual é o principal expoente. É patrono da Academia Catarinense de Letras, representado na cadeira nº 15.
A Medalha que leva seu nome foi criada em 1994, por meio do decreto nº 4892/94, e tem como objetivo reconhecer importantes feitos em prol do desenvolvimento cultural de Santa Catarina.
ESPECIAIS Uma vitória em versos: a Academia Cearense de Literatura de Cordel escolhe seu Hino
CORDEL BRASILEIRO ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
JOEMA CARVALHO Joema: Que seja 'húmus', enquanto durar. E 'manejos de poda', enquanto houver luta!
Auxilium duplex Há um grande movimento contra alimentar a biografia de Carolina Maria de Jesus com a 'romantização da miséria humana'.
NERUDA Pablo Neruda e a criança que sobrevive no adulto: brincar também é uma forma de permanecer humano
EDITORIAL DE HOJE Cada livro, é um pedaço da alma de Maria José Lima: lamentos, silêncios e simbioses Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”