Certa vez, li um livro
Convidada: Letícia Mariana
Como nunca antes visto, certa vez li um livro. Ranzinza perante a vida, folheei tal qual fúnebre gente: aquilo eram páginas secas. Nunca mais soube da minha existência insiginificante, só pensava naquele instante miseravelmente lindo! Era um livro. Apenas isso diante do caos!
Pensei ter sofrido antes de lê-lo. O que seria de mim, agora? Não sou mais a mesma mulher, e você certamente não será o mesmo homem. De longe somos pessoas mais evoluídas, mas temos bagagem o suficiente para não vivermos da mesma forma. Estou tão leve que chego a flutuar! Era apenas um livro.
Eu me tenho enquanto escrevo esta manhã. Infelizmente, muitos não saberão qual é a sensação de viajar entre linhas, as entrelinhas do sentir! Eu me temo enquanto escrevo. Não sou mais a mesma!
O pão está frio e o café permanece quente, mas as páginas ainda são folheadas por mim. Prossigo num momento de ar e tormento, poesias são mastigadas e cuspidas como prosas! Certa vez, li um livro.
Colunistas FT DINO DE ALCÂNTARA: “O ESGULEPE DA ILHA”
JOÃO MOHANA JOÃO MOHANA, FINALMENTE, PASSOU A INTEGRAR O PANTEON MARANHENSE
Carnaval/27 Euclides Moreira Neto: “CARNAVAL NÃO SE FAZ NO SILÊNCIO”
Renata Barcellos “O Folclore brasileiro”, por Renata Barcellos
ELOY MELONIO ELOY MELONIO: “CONVERSA VAI, CONVERSA VEM...”
Música Independente BANANADA RENASCE DEPOIS DE SEIS ANOS Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”