A Academia Poética Brasileira, por seus diretores, CONCEDE ao professor Antônio Noberto a Comenda CHARLIE CHAPLIN pelo conjunto da obra que vem realizando no Maranhão - a pro - do desenvolvimento turístico do Estado e pelo resgate louvável da verdadeira história de São Luís do Maranhão.
Quem é Antonio Noberto?
Antonio Noberto nasceu em 1970 na cidade de Pentecoste/CE. Aos sete anos migrou com a família para o Maranhão. É turismólogo, palestrante e escritor. Membro fundador e ex-presidente da Academia Ludovicense de Letras (ALL) de São Luís/MA, sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), membro da Luminescense Academie Française (do Vale do Loire, Fr); membro da Academia Vargemgrandense de Letras e Artes (AVLA); membro da União Brasileira de Escritores (UBE). Idealizador e curador da exposição França Equinocial para sempre, trabalho que mostra o início da colonização de São Luís, do Maranhão e do Brasil setentrional, em cartaz no Centro Histórico de São Luís. Em 2019, na cidade de Búzios/RJ recebeu o Prêmio Monteiro Lobato, categoria Melhores pesquisadores do Brasil; no início de 2020 recebeu certificação internacional de uma academia europeia que o reconheceu como melhor pesquisador do Brasil. Noberto é agente e assessor de comunicação da PRF no estado do Maranhão, ex-presidente da Associação Brasileira dos Bacharéis de Turismo – ABBTUR/MA; membro do Conselho da Cruz Vermelha Brasileira; membro findafor do Conselho Comunitário de Defesa Social da zona rural de São Luís e membro do Conselho do CEPROMAR.
Em 2019, o livro FRANÇA EQUINOCIAL do historiador Antônio Noberto foi lançado cidade de Berthegon, no Poitou, berço do fundador de São Luís, o navegador francês Daniel de la Touche de la Ravardière.
No dia 26 de outubro de 2019, chegamos em comitiva de seis pessoas na pequenina cidade de Berthegon, no Poitou, berço do fundador de São Luís, o navegador francês Daniel de la Touche de la Ravardière. Nossa equipe era formada por mim, Antonio Noberto, representando a Academia Ludovicense de Letras de São Luís, acompanhado da minha esposa Aline Vasconcelos, da minha filha Alana e da minha irmã Helena Noberto. Nós quatro fizemos uma viagem de 1.500 quilômetros, dirigindo de Lisboa, Portugal, até Berthegon, no coração da França. Presentes também o nosso amigo organizador do evento, o ator francês Jean Marie Collin, e a Esposa dele, a maranhense Margareth. Eles moram na Bretanha, a 300 quilômetros dali e estavam no Poitou há dois dias, ajudando nos preparativos da nossa palestra.
Quando entramos na cidade ficamos surpresos com os vários cartazes anunciando o evento do dia seguinte, que incluía uma apresentação de Antonio Noberto sobre La Touche e a relação histórica França Maranhão iniciada por ele no início do século XVII. Antes do evento, uma visita a lugares históricos a pequenina cidade, guiada pela prefeita Bernardete Cottier. Primeiro as dependências da prefeitura, e em seguida, à igreja católica, onde se encontra na parte superior da eclésia o brasão da família La Tousche (originalmente possuía um “s” no meio). De volta ao salão de eventos da prefeitura, realizei a entrega de presentes à Madame Cottier, sendo souvenires de bumba-meu-boi e camisas que retratam um pouco da cultura maranhense. Em seguida, na presença do meu anfitrião na França, o amigo ator Jean Marie Collin, e de um ex-prefeito daquela cidade, entreguei uma coleção de mapas e imagens que retratam um pouco a França Equinocial. O objetivo é que a localidade dê início a um acervo sobre a relação histórica entre as duas cidades co-irmãs.
A palestra
Foi ministrada em francês, vez que o público majoritariamente era poitevin (pronuncia -se poatevan). Primeiramente apresentei as 12 imagens que doei à prefeitura, todas com tamanho médio de 0,90m X 0,75m, e autocolantes. Imagens com os índios da França Equinocial (de Uçaguaba (Vinhais Velho, em São Luís), Mucuripe (Fortaleza/CE) Caieté (Bragança/PA), levados para prestar honras a Luís XIII. Três nativos faleceram em Paris e três retornaram. Entregamos também um exemplar do mapa São Luís antes da fundação, que retrata a presença gaulesa desde o final dos anos mil e quinhentos na Ilha Grande. Ofertamos uma cópia do mapa da França Equinocial, de autoria de Terciano Torres e Antonio Noberto. Apresentamos o pavilhão da França Equinocial, doado pela rainha regente Maria de Médice e tantos outros.
Frisamos a importância da minúscula cidade de Berthegon está associada a fundação de São Luís, uma cidade de mais de um milhão de habitantes. Após 50 minutos de uma viagem no tempo, abrimos para as perguntas. E ao final, vários bate papos com os moradores da cidade e de arredores.
Assista, a seguir, último vídeo de resgate de parte da história de São Luís do Maranhão:
https://www.youtube.com/watch?v=-unFIglRj3E&feature=youtu.be
EDUCAÇÃO Maranhense Sharlene Serra integra a programação da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026
EXCLUSIVO Euclides Moreira Neto: “DESFILE DO DIA DA RAÇA E O 7 DE SETEMBRO”
MUSICA É VIDA Chiquinho França levou “Fissura” a Brasília, no Clube do Choro, território de encontro da música brasileira
SETEMBRO SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
MUNDO NOVO “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO Mín. 10° Máx. 17°
Mín. 7° Máx. 15°
Chuvas esparsasMín. 5° Máx. 11°
Tempo nublado
Coluna de RUY PALHANO A crise na Justiça e os impactos comportamentais, institucionais e morais
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica