
*Mhario Lincoln
(Fotos originais de Marcos Pereira, exceto a capa)
Caro amigo José Oliva, permita-me refletir sobre as “Caixinhas de Atitude” com a serenidade e a profundidade que caracterizam essa bela ideia dinâmica. Por que dinâmica e não só, uma mensagem meramente intelectual ou de autoajuda? Porque as “Caixinhas de Atitude” são, na verdade, como poemas em forma prática. Elas não apenas despertam nossos sentidos, mas também nos convidam a uma experiência completa. Imagina: podemos lê-las, construí-las, tocá-las e, mais importante ainda, senti-las.
Isso me remete à filosofia estoica, que, de certa forma, que não vê a experimentação, como um mero exercício intelectual. Mas sim, como prática; uma dança entre o pensamento e a ação. Afinal, o conhecimento sem aplicação é como uma árvore sem frutos: bela, mas vazia de propósito. Foi com base nesse estudo que decidi me aprofundar mais nas características e objetivos das “Caixinhas de Atitude”. Elas nos lembram que tudo o que existe está entrelaçado por uma força cósmica, uma harmonia invisível que permeia o universo. Essa força nos guia, nos desafia e nos conecta a algo maior do que nós mesmos.
Essa ideia, José Oliva, é uma virtude sua que, inteligentemente, decidiu compartilhar com todos nós. Ah, a virtude! São tão poucos que conseguem absorvê-la, não é? Desta forma, as “Caixinhas de Atitude” não são apenas um conceito abstrato. É uma dança entre a intelectualidade e a prática porque essa virtude a que me refiro, não se limita a palavras sábias; mas se manifesta em nossas ações diárias. É como a brisa que acaricia nosso rosto enquanto caminhamos pelas trilhas da vida.
Assim, com base em minha experiência acerca dessa ideia e tendo quase todas pertinho de mim, tomo a liberdade de confessar minha experimentação pessoal com as “Caixinhas de Atitude”, caro José Oliva:
Primeiro, tenho reservado alguns momentos para refletir sobre essas mensagens tão profundas. E a primeira pergunta é a lógica: “Estou agindo em harmonia com meus valores e princípios?” Imediatamente vem a resposta: "a virtude não é apenas teoria; ela se manifesta na prática". Ótimo isso!
Depois, vem o momento em que estou realizando as minhas simples tarefas cotidianas, como lavar as mãos ou saborear uma xícara de café. A experimentação vem com o sentir da água gelada nas mãos ou do calor e do aroma da bebida. Esses momentos aparentemente triviais também são parte da dança cósmica, o que estudiosos chamam de "mindfulness".
Por outro lado, as Caixinhas de Atitude (agora escrita sem aspas porque já me sinto dentro delas) também me levaram a identificar meus valores fundamentais. Por exemplo: "o que é mais importante para mim? Honestidade, compaixão, coragem?” Esses são meus guias despertados. E exatamente na hora que eu tenho que tomar alguma decisão, sempre questiono: “essa ação está alinhada com meus valores?” Se não estiver, procuro imediatamente ajustar o curso.
E por fim, algo que acho sensacional: reconhecer que nem tudo está sob meu controle. Então, invés de resistir, aceito como o é, seguindo também a "Oração da Serenidade", que considero também, um complemento de minhas atitudes: "Concedei-me, Senhor/ A Serenidade necessária/ Para aceitar as coisas que não posso modificar/ Coragem para modificar aquelas que posso/ E Sabedoria para distinguir uma das outras".
Parabéns, pois, caro amigo José Oliva, pelo bem (sua parte) que vem fazendo para melhorar a cabeça de muitos amigos e amigas que até agora não estão conseguindo equilibrar suas ações, após toda essa gama de coisas ruins que aconteceram no Mundo, nos últimos anos.
Com as “Caixinhas de Atitude” você toma as rédeas da autoajuda que deve ser exercida de forma imparcial e plural. E a sua ideia, de certa forma ajuda bastante nessa busca para a melhoria do crescimento pessoal e da sabedoria.
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