Nota do Editor: Escolhido em meados de 2020 para uma das últimas vagas (deste período), na Academia Poética Brasileira (3x1), concorrendo com mais dois outros importantes nomes, Leopoldo Gil Dulcio Vaz, membro do IHGM e da ALL, importante pesquisador paranaense, mas residente em São Luís do Maranhão, foi alçado à Cadeira número 91 da APB, tendo escolhido, com muita felicidade, a filha Elza, de Fran Paxeco, para Patronesse, no momento em que (virtualmente) presta homenagem a ela, como se lê, abaixo. Seja bem-vindo Leopoldo Gil.
Elogio à Patronesse:
Por LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ, eleito para a Academia Poética Brasileira, Cadeira Número 91.
Ao ser informado por Mhario Lincoln de que fora aceito para ocupar a Cadeira número 91, na Academia Poética Brasileira, disse-me que cada membro deveria escolher um patrono. Após muito pensar – entre meus dois patronos: no IHGM, Dunshee de Abranches; na ALL, Fran Paxeco. Pensava mais em Fran Paxeco, pois estava a escrever sua biobibliografia – Recortes & Memórias, o título, levantando tudo o que fora publicado dele e sobre ele, nos jornais das terras onde passara. Estava no ano de 1912 quando me deparei com a notícia de nascimento de sua filha, Elza, e, por isso, a escolhi para minha patronesse na Emérita Academia Poética Brasileira. Abaixo, uma história rápida do que pude compilar sobre ela. (Obs: Quando Leopoldo Vaz escreveu a matéria abaixo, ainda não lhe havia sido informado o número da referida Cadeira na APB). Click no link para ler a íntegra:
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