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Brasil VICEVERSA

Exclusivo: Mhario Lincoln/Clélio Silveira/Mhario Lincoln (Parte I).

Clélio Silveira: empresário, jornalista, compositor e empreendedor do bem.

01/11/2020 16h17
Por: Mhario Lincoln Fonte: FACETUBES
ViceVersa. Parte 01
ViceVersa. Parte 01

VICEVERSA: MHARIO LINCOLN PERGUNTA PARA CLÉLIO SILVEIRA/CLÉLIO SILVEIRA PERGUNTA PARA MHARIO LINCOLN

Parte I

 

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MHARIO LINCOLN – As mensagens musicais e a Fé em Deus são muito presentes em suas atividades. Mas, existiu algum momento nessa caminhada em que um possível “Saulo” tenha se transformado em Paulo? Antes, meu obrigado por ter aceito nossa conversa. 

CLÉLIO SILVEIRA: É uma honra poder participar desse quadro tão bem bolado pelo Amigo (com a primeira letra em maiúsculo, mesmo) Mhario Lincoln. Bom, sobre um certo “Saulo”, não chegaria a tanto, mas um arremedo dele. Até os 40 anos de idade eu vivia muito distante da minha religião (Católica), frequentando missas só em ocasiões especiais, tipo casamentos, batizados, aniversários, etc. Eu era mesmo um ignorante religioso. Não que estivesse fazendo algo de errado só para os outros, mas para mim, também. Era famoso, fazia televisão, rádio e produzia shows dos mais diferentes e famosos artistas brasileiros. A boemia andava por perto nos dias em que não estava na estrada, e aí a vida desandava. Às vezes era arrogante, rico, poderoso, zangado, e não era um bom exemplo de pai de família para ninguém, etc. Era o Saulo? Então aos 42 anos uma jovem mulher que tinha a metade de minha idade, 21, mas que a conheci quando ela tinha 19 anos, de família tradicionalmente religiosa, me apresentou a Igreja Católica, a RCC e começou a haver uma grande mudança em minha vida, isso quase 30 anos depois de pegar a estrada aos 13 anos de idade. Seria então o Paulo?

 

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CLÉLIO SILVEIRA– Mestre, em primeiro lugar minhas sinceras saudações e reconhecimento pelo trabalho que fazes literalmente no mundo das artes. Faço agora uma pergunta que muitos maranhenses gostariam de fazer-te: O que te fez deixar o Maranhão, onde sempre fostes uma personalidade de grande influência no mundo da comunicação, com algum viés às vezes políticos?

MHARIO LINCOLN - Eu saí em busca de uma melhoria profissional. Aproveitei que minha esposa é do Paraná, então nos deslocamos até Curitiba. Aqui pude me profissionalizar mais um pouco, estudar música, cinema. Participar de momentos memoráveis da imprensa internacional, como integrante da equipe que fez o Suplemento da Visita do, então, Príncipe Akihito, depois, o 125.º imperador do Japão, de acordo com a ordem tradicional de sucessão, de 7 de janeiro de 1989 a 30 de abril de 2019. Com certeza, um dos trabalhos emocionantes, no jornal 'Indústria e Comércio do Paraná'. Outra coisa foi participar como assessor direto do gabinete do Secretário de Esportes e Lazer, Raul Plasmann, goleiro campeão do Mundo pelo Flamengo. Depois eu e o jornalista e poeta João Batista do Lago montamos o ‘Portal Aqui Brasil’, em 2004, um fato extraordinário que sobreviveu (ao começo da explosão internetiana) nos 10 anos seguintes. Enfim, ultrapassando a ponte do Estreito dos Mosquitos, alcancei realizações incríveis, em todas as áreas profissionais que abracei. Porém, meu coração permanece solidificado em minha terra, da mesma forma, cantada e decantada por meu amigo querido Claudio Fontana: "Quero voltar, / quero voltar a São Luís, / Ilha do Amor onde nasci, / onde em criança eu fui feliz...". Quem sabe eu volte!

 

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Clélio Silveira.

MH – Há muitos fatos realmente marcantes em sua vida plena de muitas felicidades. Destaque um, em especial, e explique por que? 

Clélio: É....vivi e vivo muitos momentos marcantes nesses meus quase 68 anos de idade. Tudo em mim marcou...coisas boas, coisas ruins, momentos de felicidades, momentos de decepção, de introspecção, e de Reflexão Espiritual, esses quatro sentimentos me acompanham até hoje, a diferença é que aprendi a conviver com cada um deles distintamente, sem permitir que me afetem de maneira a me desviar do caminho que Deus traçou para mim a partir lá dos meus 42 anos. Deus agiu (e age) o tempo inteiro na minha vida (na verdade já agia, as trevas é que não me deixavam ver) desde que eu percebi que eu deveria seguir os “sinais” que ele passou então, a mostrá-los em meu caminho. Teria sido assim...um resgate. Acho que Ele chegou para mim e disse...chega!!! Desde então fui mudando (e continuo me moldando), sem perder amigos, sem perder a humildade (que aliás eu não tinha...tanto) sem deixar de trabalhar, e sem deixar de ser um produtor de conteúdos jornalísticos, religiosos (como meus CD,s) e literários. Acho que o “meu resgate” foi o momento de plenitude de felicidades.

 

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Mhario Lincoln.

Clélio – Reforçando minha pergunta anterior: o que te fez escolher para morar com a família e trabalhar, a linda cidade Curitiba, capital do Paraná que particularmente conheço desde 1983? Que aposta foi essa?

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MH - Outras oportunidades novas. Mas em São Luís obtive muitos sucessos também. São Luís é uma cidade surreal. Gosto de citar Joãosinho Trinta quando me fazem essa pergunta: “Vou para São Luís e não sei quando volto. Lá, a gente não conta o tempo”. Talvez o carnavalesco tenha acertado. O tempo e as coisas quase não mudam. Mas, o tempo em que morei em São Luís foi muito gratificante. Fora pandemia, geralmente visito a Ilha duas vezes por ano. Nas férias escolares de meus netos. Por isso, sou muito grato a tudo que por lá vivi. Na verdade, enquanto fui residente e domiciliado em São Luís, tive muitas vitórias. Como advogado, cheguei à Chefia de Gabinete da Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão. Sou auditor, cujo emprego, consegui através de concurso público. Assumi vários cargos importantes. Inclusive, no Tribunal de Justiça, na Assembleia Legislativa e na CAEMA, todos, nos gabinetes dos Presidentes. Como jornalista trabalhei nos dois principais jornais, “O Imparcial” e o “Jornal Pequeno”. Exerci minha profissão com muita felicidade. Cheguei a receber de Roberto Santos, então governador da Bahia, prêmio de melhor colunista em minha região. Eu e minha mãe, Flor de Lys, apresentávamos um dos programas mais antigos e de maior duração da TV Local (Difusora), além de coordenar, por longos anos, o Concurso Miss Brasil, no Maranhão. O Livro INA-A VIOLAÇÃO DO SAGRADO, minha estreia literária, foi simplesmente incrível. Como era um livro ligado ao mundo marítimo, toda a representatividade desse segmento esteve presente no lançamento ocorrido à beira do cais do Porto do Itaqui. Sou Comendador, deferência a mim oferecida pelo Governo do Maranhão. Recebi as três medalhas das Forças Armadas Brasileiras pelo meu trabalho no jornalismo local. Lancei dois livros de Direito e escrevi inúmeros artigos jurídicos na imprensa ludovicense. Por isso, sou membro-fundador da Academia Maranhense de Letras Jurídicas com muito orgulho, membro do Instituto Histórico do Maranhão (agora correspondente), além de ter recebido uma das placas mais importantes de minha vida, concedida pelo Hospital ‘Nina Rodrigues”, por ter-me dedicado por 25 anos ininterruptos à ajuda direta a pessoas que possuíam a doença do alcoolismo/outras drogas. Como se vê, consegui algumas glórias em minha terra natal. Recebi apoio em todas as atividades que me envolvi com honestidade, dedicação e dinamismo. O fato de sair do Maranhão deu-se, na verdade, para ampliar meus horizontes profissionais. Foram longos 45 anos de vida pública. Assim, já possuía toda essa experiência profissional para alçar voos maiores. Precisava, então, ampliar tudo isso. Aqui, em Curitiba-PR, consegui continuar minha luta em prol das liberdades e igualdades culturais, de forma mais ampla. E dei as mãos e as recebi de pessoas certas, como na música: “Juntos Venceremos”, de Danny Berrios: “Que tú eres mi hermano Y mi hermana, (te amo) / Tomados de la mano / Juntos caminharemos / Hasta que Él nos venga a buscar…”.

 

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MH – Manter um jornal como AGORA SANTA INÊS em atividade por longo tempo requer expertise e persistência, mesmo diante das crises econômicas pelas quais passa o Brasil. Tem alguma mágica? 

Clélio: Não! Tem vocação, responsabilidade social e total dedicação. Não é à toa que ao menos três dias por semana trabalho até 14 ou 15 horas/dia. Sou jornalista depois de ser jornaleiro quando tinha 12 anos. Aos 13 já estava no mundo viajando com bandas musicais de Juazeiro da Bahia a Zé Doca no Maranhão. Aos 15 já era correspondente na cidade de Santa Inês, dos jornais Pequeno, O Imparcial e O Dia, que mais tarde passou a ser O Estado. Além do que era responsável pela circulação deles na minha cidade. Daí que muita gente não entende por que eu sou o único profissional da Comunicação no Maranhão, portador da Comenda Manuel Beckman que me foi concedida pela Assembleia Estadual em sessão solene e única, pelos meus 50 de Comunicação/Jornalismo quando completei 65 anos de idade, recebia no dia 28 de abril de 2018. Respondendo direto a sua pergunta: O AGORA, que vai completar 20 anos de circulação ininterrupta em setembro do ano que vem, tem um compromisso com toda a região do Vale do Pindaré. Para você ter uma ideia, não há um só jornal impresso em torno de Santa Inês, fora o nosso, em um raio de 200km. Eu enquanto jornalista e editor dos veículos de comunicação do Sistema AGORA de Comunicação, sinto-me como um médico olhando para alguém doente; ele o médico, jurou que iria cuidar dos doentes. É o que eu e meus colaboradores fazemos; cuidamos dos problemas de nossa cidade, da região e do Maranhão. Os problemas também são “doenças”, às vezes crônicas, as pessoas, matam as pessoas e se nós jornalistas podermos fazer alguma coisa para diminuir tantas tragédias...seria irresponsabilidade de nossa parte fechar os olhos diante do clamor da população. Vocação nos trouxe para o Jornalismo. Compromisso nos leva a seguir na batalha!

 

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Clélio – Como essa mudança aconteceu praticamente quando o Mestre já estava no começo da terceira idade, não foi muito difícil se adaptar aos costumes bem diferentes dos da capital do Maranhão?

MH- Não. O meu segmento de trabalho, apesar de ter alguns jovens, é focado em pessoas acima dos 50 anos com talentos incríveis para a poesia, música e arte. Isso já me entrosou no meio. Por outro lado, sou casado há 45 anos. Durante esse tempo, (morando ainda em São Luís), visitava o Paraná sempre. Em todas as nossas férias. Nesse período, fui conhecendo pessoas, fui sendo recebido por familiares que me apresentavam para outras pessoas. Tanto que logo que cheguei, em definitivo, a Curitiba, meu nome foi indicado para ser membro efetivo de uma das casas de cultura mais tradicionais do Estado: o Centro de Letras do Paraná. Pronto! Bastaram alguns encontros para que eu passasse a conhecer a vida acadêmica da cidade. Por outro lado, isso me levou a outro segmento: a Feira do Poeta, onde fiz grandes amizades. Essas foram as colunas que me sustentaram para fazer o trabalho que hoje faço, através da plataforma (www.facetubes.com.br). Aproveito para convidar a todos. Vale ressaltar, ao final, meu crédito absoluto nas boas amizades, como no nosso caso, fato que me orgulhece muito, e lembrar da letra do grupo Fundo de Quintal – ‘A Amizade’ - quando diz: "A amizade / Nem mesmo a força do tempo irá destruir / Somos verdade…".    

 

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MH – A concepção de Amor para você, obrigatoriamente passa por quais estágios da alma? 

Clélio: Amor não é o mesmo que paixão. Logo o amor é algo Divino. Amor traduze-me gostar de algo, respeitar o próximo, amar sua mulher...seu esposo...seus filhos...seus familiares em geral e ao seu próximo. Ora, como amar quem você mal o conhece? Sim, foi isso que Jesus nos ensinou.....isso é bíblico, está no manual da vida, a Bíblia. Eu narro a peça Paixão de Cristo há 15 anos ao vivo para 2.500 pessoas, com 100 atores no cenário, e vivo isso todos os anos. “Amai ao próximo como a ti mesmo”. Se você conseguir isso com um ser estranho, você vai conseguir amar (é o Amor!!!!) aquela pessoa que Deus colocou ao seu lado para viver o resto da vida com você. Agora, não confunda Amor com Paixão. Amor é suave...Paixão é fogo, sinal de perigo. A gente sabe disso. Quem nunca sentiu Paixão por alguém? Mas o tempo nos ensina que Paixão é cega.

 

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Clélio – Mhario Lincoln é um nome que perpassa por vários segmentos da cultura, da arte e do jornalismo maranhense, um nome com origem extraída da saga de ancestrais muito respeitados em São Luís e no Nordeste e até mais além. O Mhario Lincoln que reinou em São Luís se arrepende de ter feito algo, se sim, o que? Ou se arrepende de não ter feito algo antes de deixar o Maranhão, e se sim, o que?

MH -Não. Não há arrependimento. A não ser um só. Quando acabei confundindo minha vida profissional de advogado e jornalista com a carreira política. Fui candidato à Vereador de São Luís. Na época obtive, oficialmente, 1110 votos, após um recurso ao TRE. Eram necessários algo em torno de 3 mil para a eleição. Todavia, foi essa 'não eleição' que me fez repensar meu papel no meio de minha comunidade. Senti que minhas atividades esbarravam num teto intransponível. A partir daquele momento, começava a descida da ladeira. Como eu sempre acreditava que o recomeço é o maior espetáculo do ser humano, e tendo recomeçado, ali mesmo, várias vezes, sem prejuízo nenhum a minha profissionalidade, decidi, desta feita, recomeçar em outro espaço, aproveitando uma chance entre dezenas de outras: morar na cidade de Curitiba, onde já tínhamos um apoio básico da família de minha esposa. Ou seja, apoio moral, de amizade e de oportunidades. E deu certo. Da mesma forma como diz a letra de Willian Nascimento - 'Deu Certo': "Deu certo a gente acreditou / Deu certo, Deus abençoou / A gente não correu atrás / Foi Deus quem nos aproximou...".

 

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MH – Outro dia perguntaram para mim, numa entrevista, como consigo trafegar com razoável facilidade pela internet (estou com quase 70 anos), haja vista minha idade. Repasso essa pergunta porque sei que você e eu que comandamos veículos virtuais de comunicação, o fazemos desde a digitação, diagramação, até a publicação. Dá um trabalho muito grande. Então, como você consegue se livrar do estresse diante de tantos afazeres?

Clélio: Mestre, eu tenho compromissos inadiáveis (nós temos), considero que a circulação de nossos veículos de comunicação, seja online ou impressos, é como um avião que está taxiando na pista, ele tem que decolar, não tem tempo a perder. Então, muitas vezes uma péssima notícia (e no jornalismo como temos que conviver no dia a dia com péssimas notícias!), tem a ver comigo, a morte de um amigo, um familiar, ou não tem nada a ver comigo diretamente, mas respinga em mim e nos meus, na coletividade, tais como o desmantelo institucional, uma pandemia como a que estamos vivendo, etc. mas, e aí...o jornal tem que circular, o site tem que ser atualizado, o portal de notícia alimentado, os textos escritos, as reflexões espirituais tem que ir para o papel, a voz tem que ser colocada na música ou na narração de um texto, de uma Oração e não tem como parar. É doído, mas é o que temos para àquele dia. Deus Seja Louvado por tudo! E olha...menino pobre eu não estudei datilografia. Trabalho unicamente com dois dedos. Um de cada mão.

 

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Clélio– Aos 70 anos você produz conteúdos no setor de comunicação e literatura como se tivesse com a metade da idade que tens. Trabalha muito e naturalmente isso resulta em interagir com muita gente em Curitiba, mas principalmente fora de Curitiba. Tens um segredo para tanta vitalidade?

MH- Nada contra. Mas não fumo e nem bebo (uma gota sequer). Esse é o aprendizado de meus mais de 25 anos trabalhando com alcoolistas/outras drogas. Sei dos malefícios que o álcool e o tabaco trazem para pessoas que tem uma superatividade como eu. Tenho uma alimentação controlada. Pratico exercícios físicos 2 vezes por semana. Faço caminhadas, quando dá. Acho que o mais importante que tudo isso é a forma como aprendi algumas lições morais e espirituais. Livrando-me da inveja, do preconceito e do ódio. Já tive ódio, preconceito e inveja, claro! Mas procurei um contato maior com meu Poder Superior, que na minha concepção é nosso Deus, para rogar que me livrasse de minhas imperfeições. A começar dentro da própria família. Não foi da noite para o dia. Mas boa parte desses males da alma, consegui me livrar. Isso me deixa com uma cabeça melhor. Chego aos 70 anos com muita vontade de continuar trabalhando. Sem - até agora - nenhuma deficiência fora dos meus limites etários. Seja auditiva, seja visual, seja mental. Isso me dá muita tranquilidade para seguir em frente. E me faz lembrar de um grupo português chamado "Humanos", cuja letra da música "Quero é viver", diz: "E a vida é sempre uma curiosidade / Que me desperta com a idade / Interessa-me o que está pra vir...".

 

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Uimar juniorHá 6 anos atrásSão Luís Eu só sou um aluno aprendendo. Uma excelente aula . Estou sentado nas primeiras cadeiras e não quero perder nem uma respiração de uma vírgula.
Linda BarrosHá 6 anos atrásSão Luís/ MAQue entrevista gostosa de se ler. Ainda nos surpreende com tanta vivacidade e intelecto. Palmas para estes gigantes da cultura e da literatura.
Neres PintoHá 6 anos atrásSão Luís - MAMuito bom. Dois talentosos jornalistas e escritores num ping-pong superinteressante. Valeu apena ficar sabendo de parte da história desses dois amigos que muito admiro
Edomir Martins de OliveiraHá 6 anos atrásSao Luis-MABrilhante aula de jornalismo. Mhario Lincoln e Clélio, passam para a história do Maranhão como dois grandes lideres. Ina a Violação do Sagrado, de Mhario, foi seu livro de estreia. Quanto riqueza ele contém. Parabéns ilustres jornalistas. Que nosso Deus continue lhes dando sabedoria e capacidade de trabalho.
Professora Anita (Jornalismo)Há 6 anos atrásSanta Catarina.Ora, o que encontro nessas duas publicações? (I e II)? Uma aula de jornalismo no quesito ENTREVISTA. Eu sempre digo para meus alunos. Se vai fazer uma entrevista, estuda o coração do entrevistado. Essa é a dica para fazer uma entrevista que toque as pessoas como esta. Mhario e Clélio. Só tenho a agraedecer a aula.
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