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A Representatividade Negra na Literatura Brasileira
Textos Escolhidos: Original do suplementoliterario
Infelizmente, a literatura brasileira ainda tem pouca representatividade negra, mas existem nomes consagrados que marcam presença e fazem história. No mês da Consciência Negra, a Gênio Criador Editora aborda sobre alguns dos mais importantes escritores negros brasileiros. São poetas, romancistas, contistas e cronistas que enfrentaram e/ou continuam a enfrentar preconceitos de sua época, e diante de tanta força transformadora, construíram um importante legado cultural e literário que até hoje inspira e empodera gerações. Grande parte desses autores e autoras abordam temas relacionados à representatividade e apresentam o cotidiano, os problemas sociais e históricos vivenciados pela população negra brasileira.
Na lista baixo, os principais e mais conhecidos grandes nomes de escritores negros brasileiros. Existem diversos outros autores e autoras construindo legiões de fãs e, a cada dia, enfrentando o preconceito, os problemas sociais e fazendo a diferença na sociedade. Confira elaborada pela "Gênio Criador Editora":
1. Machado de Assis
Machado escreveu mais de 50 obras, como os famigerados títulos Memórias póstumas de Brás Cubas (1881, considerado o início do Realismo no Brasil), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908). Juntamente com o escritor José Veríssimo, fundou a Academia Brasileira de Letras, ocupando a presidência da instituição até o ano de sua morte.
2. Maria Firmina dos Reis
Pelas mãos de Maria também nasceu o que é considerado o primeiro romance abolicionista brasileiro e escrito por uma mulher negra brasileira, chamado Úrsula (1859).
3. Carolina Maria de Jesus
Essas publicações projetaram Carolina como escritora, e em 1960, a autora lançou sua obra mais conhecida, Quarto de despejo, que contém parte dos relatos registrados em mais de 20 cadernos que possuía em casa. Carolina publicou outros livros, como Casa de Alvenaria (1961), Pedaços de fome (1963) e Provérbios (1963).
4. Cruz e Sousa
Após lançar obras inspiradas no Parnasianismo, a partir de Broquéis (1893), rompe com esta escola literária e introduz o Simbolismo no Brasil. Outros livros de sua autoria são: Missal (1893) e Evocações (1898).
Fonte: https://www.geniocriador.com.br/
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