Sobre a literatura brasileira
Joema Carvalho
Existem vários autores no país contribuindo com produções excelentes de estilos variados. Em função da enorme quantidade de pessoas e possibilidades, encontram-se dispersos em diferentes nichos literários.
Um ponto favorável, o valor da edição de um livro tornou-se mais acessível. Hoje são comuns pequenas tiragens. A produção de e-books pode ser realizada pelo próprio autor. Independente disto, o movimento virtual permite, de forma quântica, que a literatura se expanda. São diversos os recursos como redes sociais, blogs, sites, sem custo algum para o autor. Esta acessibilidade permitiu que a literatura não fosse mais exclusividade da elite como em séculos passados.
Outro ponto positivo, as “minorias” estão se destacando em concursos e premiações literárias. A presença das mulheres, homossexuais e multi-pigmentações de pele estão em destaque, refletindo o “algo novo”. Caso estivéssemos em um mundo são, esse fato jamais chamaria a atenção, seria algo natural.
Neste contexto, o protagonismo da mulher está pleno. Existem diversos grupos com a função de divulgar a literatura produzida por mulheres, contraponto à exclusão histórica que nos foi conferida. Contexto refletido no fato de que somente na década de 70 a Academia de Letras Brasileira permitiu escritoras entre os seus acadêmicos quando foi aceita Raquel de Queirós. O Coletivo Mulherio das Letras expande-se por diversos estados brasileiros e países e divulga autoras através de publicações, rede sociais e eventos literários. Da mesma forma, o Coletivo Marianas publicou livros impressos e agora, de forma digital, edita eBooks das autoras do grupo.
O contexto atual solicita produções que sintetizem, de forma holística, um conjunto de situações através da personalidade da autora ou do autor. O desafio é agrupar estes textos visando torná-los acessíveis, não apenas a um público específico e seleto. Agregar uma função social que contribua com a alfabetização do senso crítico, que não limite ou discrimine. Sem dúvida, uma abordagem mais ampla depende de vontade política que vise o fortalecimento do país e da sua produção cultural.
Livros disponíveis de coletivos de mulheres
https://www.amazon.com.br/s?k=coeltivo+marianas&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss
https://www.coletivomarianas.com/ebooks
https://www.coletivomarianas.com/livros
https://ntradio.pt/2020/09/19/participantes-coletaneas-mulherio-das-letras-portugal-2020/
Jazz&Swing A volta de Augusto Pellegrini com mais um capítulo de seu livro “As cores do Swing”
Facetubes Award Texto de Alexandre Lago (AML) recebe prêmio da Editoria Literária da Plataforma do Facetubes
São João/Maranhão Bumba meu boi, quadrilhas, artesanato e memória oral fazem do S.João maranhense, uma identidade brasileira.
Ensaios/Educação E-BOOK: Literatura, memória e discursos em trânsito: poéticas, identidades e resistências
E-BOOK/UFMA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENORES EM QUATRO AUTORES CONTEMPORÂNEOS (Parte II)
Educação “PEQUENOS CORPOS VIOLADOS: A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MENORES” (Parte III) Mín. 8° Máx. 16°
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Chuvas esparsasMín. 5° Máx. 14°
Tempo nublado
Coluna de Cordeiro Filho “Beco da Pacotilha arrumado para receber visitantes”, na nova coluna de Cordeiro Filho
José Claudio Pavão Santana “A SAUDADE DE UMA CAMISA”, texto de Claudio Pavão Santana
Joizacawpy Costa A festa das poderosas mulheres maranhenses na suiça
ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA SERGIO TAMER: “Estados Terroristas: a face oculta da Guerra Moderna”