Uma das entrevistas exclusivas que fiz (ao lado de meu amigo, jornalista José Salim Rosa foi com um dos mais respeitados babalaorixás do Brasil: Bita do Barão, com tenda na cidade de Codó-MA.
Ele praticava o Terecô, uma das denominações das religiões afro-brasileiras. Em pouco mais de 5 minutos ele conta duas revelações surpreendentes, só contadas (pelo que nós pesquisamos) nessa ocasião. Em vida - e em estado puro - se chamava Wilson Nonato de Sousa, porém, quando recebia seu guia, tornava-se uma figura carismática e incorporava Bita do Barão, cujo trabalho na cidade de Codó (MA) ganhou fama mundial e atraiu políticos e artistas.
Ele morreu dia 18.04.2019, aos 86 anos, após ficar dez dias internado no 'Hospital São Paulo', em Teresina, devido a uma infecção pulmonar.
Sua filha, Janaína e familiares, assinaram nota informando que "(...) por mais que um dia a morte chegue para o Mestre Bita, seu trabalho na terra nunca irá parar. Seus seguidores e sua filha Janaína dará continuidade a tudo que ele deixará aqui. Ao longo dos anos ele já a vinha preparando sua filha para permanece no seu lugar após sua partida. Salve o nosso mestre Bita do Barão".
Nessa rápida entrevista (5 minutos retirados de uma conversa que durou mais de 2 horas), Wilson Nonato de Sousa (Bita do Barão), nascido em Codó, no Maranhão, em 10 de julho de 1932, conta sobre o apelido Bita e porque incluiu sobrenome 'Barão de Guaré', numa homenagem aos orixás de sua tenda Rainha Iemanjá.
E mais: revela dois segredos que deixaram o forte Bita do Barão, abalado. Confira abaixo:
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