Exclusivas do Mhario Lincoln
Ainda na capital do Maranhão, final de dezembro de 2021, conversei demoradamente com o historiólogo e escritor Antônio Noberto, nas dependências da AMEI – Associação Maranhense de Escritores Independentes, presidida por José Viegas, no Shopping São Luís.
Noberto é defensor árduo da influência francesa na história da fundação de São Luís do Maranhão. Neste encontro ele afirma que o Brasil foi também muito influenciado pela cultura europeia. Inclusive o Maranhão, que chegou a ser considerado o 4º estado na hierarquia brasileira de desenvolvimento urbano e cultural.
Na verdade, o que Noberto afirma tem base em outros momentos, porque a cultura europeia sempre foi uma das principais fornecedoras de elementos culturais para o Brasil. Foram os europeus que mais migraram para o país. Culinária, festas, músicas e literatura foram trazidas para o território brasileiro, fundindo-se com outros elementos de outros povos. Além da cultura popular dos países europeus, foi trazida também a cultura erudita, marca essencial das elites intelectuais e financeiras. Um pouco depois, miscigenaram-se as culturas indígena e africana, com muita intensidade.
Hoje, conclui-se que essa vastidão cultural se deve a vinda desses povos com fluxos bem variados. Por outro lado, a grande dimensão territorial influencia por razões, até mesmo climáticas e geográficas, pois há muitas diferenças entre si. Isto é, o Brasil é plural no que concerne a sua cultura.
O historiólogo Antonio Noberto fala - nesta primeira parte desta esclarecedora entrevista - abaixo reproduzida, exatamente dessas influências que levaram São Luís a possuir condições que o levaram a ser São Luís a 4ª cidade mais importante do país, perdendo para o Rio de Janeiro (capital do Brasil), Salvador (antiga capital), e Recife (transformada pelos holandeses, em importante conglomerado urbano).
A ENTREVISTA
EXCLUSIVO Euclides Moreira Neto: “DESFILE DO DIA DA RAÇA E O 7 DE SETEMBRO”
MUSICA É VIDA Chiquinho França levou “Fissura” a Brasília, no Clube do Choro, território de encontro da música brasileira
SETEMBRO SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
MUNDO NOVO “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
Literatura Gótica Aluísio Azevedo Gótico: Lourival Serejo restitui uma vertente da obra do escritor ao debate literário brasileiro Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”