Especial Rogério Rocha, membro da Academia Poética Brasileira
Buscando auxiliar na compreensão necessária ao melhor usufruto das obras traduzidas para o nosso idioma, desenvolvo, no vídeo abaixo, uma rápida exposição sobre o tema.
A tarefa de traduzir uma obra, ou seja, de empreender uma transmigração, de vertê-la do âmbito de um idioma para um outro, muitas vezes estranho às estruturas e convenções da língua de base, requer algumas habilidades da parte de quem a realiza. Nesses termos, há de desenvolver a chamada competência tradutória (Albir, 2005).
De outro lado, para além da capacidade do tradutor em realizar um trabalho no campo da leitura específica, voltada não para a fruição mas para a compreensão avançada do conteúdo que posteriormente deverá enunciar em novas bases de linguagem (mas com fidelidade de sentido), é necessário ressaltar a consciência que deve ter o leitor final de que existem várias circunstâncias que levam uma tradução a ter menos ou mais qualidades que outras.
Veja o vídeo:
EXCLUSIVO Euclides Moreira Neto: “DESFILE DO DIA DA RAÇA E O 7 DE SETEMBRO”
MUSICA É VIDA Chiquinho França levou “Fissura” a Brasília, no Clube do Choro, território de encontro da música brasileira
SETEMBRO SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
MUNDO NOVO “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
Literatura Gótica Aluísio Azevedo Gótico: Lourival Serejo restitui uma vertente da obra do escritor ao debate literário brasileiro Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”