A ÚNICA CERTEZA...
*Elvandro Burity (Acesse: http://elvandroburity.blogspot.com)
Nascido em 1940, vejo a que a minha geração teve como foco de vida a lealdade, a valorização da estabilidade profissional e financeira. Período marcado por escassez econômica, motivo mais do que suficiente que justificava todo sacrifício, inclusive a vida pessoal.
Um emprego era para a vida toda; valorizava-se a ascensão profissional. O meu primeiro emprego foi aos 15 anos e como existia a possibilidade de aposentadoria com 30 anos de serviço - me aposentei com 45. O mundo mudou e com ele as normas, hábitos e costumes.
Com 23 anos casei e hoje com 60 anos de casado, vejo-me como "fora da curva". Sem fazer nenhum juízo de valor, no meu tempo pai e mãe eram presentes. Hoje, prioriza-se a luta pela sobrevivência e nem todos conseguem manter o equilíbrio entre a vida profissional e familiar. Aceito e convivo, normalmente, com os códigos de barra que ponteiam a minha aparência.
Estou a aprender não ter vergonha de ser octogenário. Minha idade me torna mais e experiente.
Neste mundo mais tecnológico que humanista que eu viva o meu hoje, procurando me desvencilhar do "choque de gerações" e dos "preconceitos" que poluem o interpessoal, aceitando e respeitando as diferenças existentes no mundo moderno, sem perder a realidade imposta pela "injustiça social".
Transcrevo palavras de Voltaire que bem sintetizam o meu pensamento: "Posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o último momento o direito de dizê-la." "Uma palavra mal colocada estraga o mais belo pensamento".
A única certeza que tenho é que o "Jardim das Tabuletas" me aguarda.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
POESIA MARANHENSE DANIEL BLUME: O JARDIM COMO LUGAR DE ENCONTRO ENTRE O AMOR E A LIBERDADE DE SER
A PINTURA DE QUIXOTE Quando traços de óleo em cerdas sensíveis conseguem mostrar Quixote sobre as águas do impossível
JOÃO EWERTON João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Dia do Poeta Ser poeta é não pedir licença à Vida. É Viver intensamente!
NERES PINTO ESPECIAL CONSAGRAÇÃO - Carlos Alberto Lima Coelho, da premiação internacional ao Apocalipse dos Anônimos Mín. 10° Máx. 17°
Mín. 11° Máx. 23°
Parcialmente nubladoMín. 13° Máx. 17°
Chuvas esparsas
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”