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"A Diversidade Universal do Cordel: saiu da cordinha da feira para as Universidades", de Esmeralda Costa

Esmeralda Costa foi indicada para a vaga aberta, ano passado, para a Academia Poética Brasileira, por indicação do acadêmico Pedro Sampaio, para integrar uma das vagas destinadas à Literatura de Cordel. Parabéns!

24/06/2022 às 18h27 Atualizada em 25/06/2022 às 10h08
Por: Mhario Lincoln Fonte: Esmeralda Costa
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Esmeralda Costa assina a coluna inédita sobre o Cordel Brasileiro.
Esmeralda Costa assina a coluna inédita sobre o Cordel Brasileiro.

Coluna inédita de Esmeralda Costa*

Da cordinha da feira para as universidades 

Os primeiros folhetos de Cordel foram impressos por Leandro Gomes de Barros, depois dele, João Martins de Athayde e tantos outros foram fazendo também suas publicações. Funcionava como uma espécie de jornal que narrava fatos vividos no cotidiano, situações políticas, lendas e crendices do seu povo. Pendurado nas cordinhas em feiras, eram comercializados pelos próprios cordelistas que tinham até que pagar pelo espaço ocupado nas feiras. Na década de 1970, Patativa do Assaré, considerado um dos maiores poetas populares, teve obras suas traduzidas para o inglês e sua obra passou a ser estudada na Cadeira de Literatura Universal Popular na Universidade de Sorbonne na França. Sorbonne foi pioneira, mas atualmente diversas universidades abriram espaços para o Cordel criando Cordeltecas e disciplinas voltadas para o universo do Cordel.

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Universo do Cordel no Brasil:

Pedro Sampaio.

Coletânea Doze Apóstolos da Ciência que Serviram à Humanidade 

O poeta Pedro Sampaio, escreveu 12 cordéis colocando em evidência 12 figuras que contribuíram com a ciência e a humanidade. São 12 exemplares numa caixinha, intitulada: DOZE APÓSTOLOS DA CIÊNCIA QUE SERVIRAM À HUMANIDADE. Uma obra fantástica que foi referenciada e referendada por Gonçalo Ferreira, Presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel como material de estudo em escolas e universidades. Pedro Sampaio se destaca por sua poesia versátil e crescente. A magnífica coletânea foi contemplada pela Lei Aldir Blanc através da secretaria de Cultura de Fortaleza SECULTFOR e em contrapartida o poeta presenteou bibliotecas e escolas da capital e de cidades interioranas do Ceará com exemplares da coletânea, as entregas foram registradas em vídeos que estão disponíveis no canal (YouTube) Pedro Sampaio Poeta. Foto: Pedro Sampaio e seus "12 Apóstolos da Ciência".

Cordelteca Josenir Lacerda.

Unileão lança a Cordelteca Josenir Lacerda 

No dia 9 de abril de 2022 na comunidade Lagoa Seca em Juazeiro do Norte-CE, as Bibliotecas Prof. Vladenir Pontes Menezes, do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão),  realizaram o lançamento da Cordelteca Josenir Lacerda.  O local foi batizado em homenagem à poetisa e cordelista Josenir Alves Lacerda, conhecida e premiada pelo seu cordel intitulado “O Linguajar Cearense” e suas mais de 70 obras publicadas. Josenir é cocriadora da Academia de Cordelistas do Crato e a primeira mulher caririense a fazer parte da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), onde foi empossada no ano de 2011, ocupando a cadeira de número 37. Na foto. Da esquerda para a direita temos: Dr. honoris causa e memorialista Humberto Cabral, Wilton Soares Secretário Adjunto de Cultura do Crato, poetisa Cordelista Josenir Lacerda, Vandinho Pereira Secretário de Cultura de Juazeiro e apresentador do programa Ceará DiVerso da Tv Verde Vale, Pedro Ernesto de Morais, o Tranquilino Ripuxado humorista, cordelista, griô, cerimonialista e animador e Lunara professora e bibliotecária da UNILEÃO.

Diógenes/Leandro.

Festa para o Cordel Alagoano

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A poesia alagoana está em festa. No dia 18 de junho de 2022,  aconteceu na cidade de Santana do Ipanema o lançamento da coletânea Talentos do Cordel Alagoano, obra de fôlego que reúne trabalhos de importantes cordelistas de Alagoas. O evento aconteceu no salão nobre da Câmara de Vereadores local, e foi mais uma realização da Academia Alagoana de Literatura de Cordel(AALC), cuja Diretoria vem desempenhando importante papel na promoção e divulgação da literatura de cordel, com apoio  às atividades de cada um de seus membros e dos cordelistas como um todo. Na foto: Na festa para o Cordel Alagoano, temos aí Diógenes Pereira presidente da Academia Alagoana de Literatura de Cordel e o poeta cordelista Leandro Gonçalves.

Magistrada Keyla Procópio.

Membro da AMB Mulheres, uma juíza do Piauí, lança cordel sobre a Campanha Sinal Vermelho

A magistrada Keylla Ranyere Lopes Teixeira Procópio utilizou a literatura popular para alertar mais mulheres sobre a importância de combater à violência doméstica. Keylla, que é juíza do Tribunal de Justiça do Piauí(TJPI), escreve cordéis há  muitos anos e decidiu utilizar essa forma de literatura popular para divulgar a Campanha Sinal Vermelho durante o Vigésimo Salão do Livro do Piauí, no último dia 10 de junho, data de aniversário da Campanha. No cordel, ela conta a história da campanha por meio de versos, enaltecendo a liderança da presidente da AMB, Renata Gil, em criar uma forma silenciosa de salvar mulheres vítimas de violência. No final da obra, a magistrada chama as mulheres vítimas de violência a usarem o “x” vermelho quando se sentirem em perigo. 

Divulgação.

Prefeitura de Caruaru divulga habilitados para o concurso 'Literatura de Cordel – Prêmio Mestre Dila'

Cinquenta e Nove poetas de dez estados diferentes como Mato Grosso, Alagoas, Piauí, Pernambuco, Sergipe e outros, realizaram inscrições para o concurso. Entre os habilitados, três obras serão escolhidas para serem publicadas em cordéis e cada autor participante selecionado do 1º ao 3º lugar receberá a seguinte premiação: 1° colocado (1.000 exemplares de cordéis e R$ 1 mil), 2° colocado (500 exemplares de cordéis e R$ 500) e 3° colocado (300 exemplares de cordéis e R$ 300). A Comissão de Análise Julgadora é formada por três membros da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel e um membro da FCC, que analisarão as obras segundo os critérios de originalidade, criatividade adequação de recursos poéticos e linguísticos. Foto: Concurso 'Literatura de Cordel – Prêmio Mestre Dila'

Capa.

Cordel é usado em questão de física no Enem 2021

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Um trecho de um cordel de autoria do cordelista cearense Gonçalo Ferreira da Silva, natural de Ipu, foi utilizado em uma questão de física na prova de Ciências da Natureza e suas tecnologias do Enem de 28 de novembro de 2021. A questão utilizou um trecho do cordel "Senhor dos Anéis", publicado em 2004 pelo cearense.

UEMA oferta curso gratuito sobre literatura de cordel

A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) iniciou o ano de 2022 ofertando um curso on-line e gratuito sobre a literatura de cordel. O referido curso foi destinado ao público geral e portanto sem exigência de conhecimentos prévios. Os interessados precisavam realizar as inscrições por meio da plataforma Eskada, um portal da universidade que conta com a oferta de 43 cursos e mais de 2 mil atividades. Para participar do curso, bastava criar um cadastro na plataforma. A carga horária total do curso de literatura de cordel é de 45h. As aulas semanais ficam disponíveis para acesso dos inscritos na plataforma Eskada. De acordo com a descrição do curso, os materiais  abordam os fundamentos da literatura de cordel, como as suas origens, a xilogravura e a linguagem poética típica desse gênero literário.

Profa. Rosinele Alves.

Professora da UFCG é a primeira mulher paraibana na Academia Brasileira de Literatura de Cordel

Rosilene Alves, professora no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) é a primeira mulher paraibana a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC). Campinense e professora de história no campus da UFCG em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, Rosilene Alves de Melo é pesquisadora da literatura de cordel há mais de 30 anos. Foto: Rosilene Alves, professora no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) é a primeira mulher paraibana a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Literatura de Cordel. (ABLC).

Concurso de Literatura de Cordel da UEFS

A Rede de Museus da Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Museu de Zoologia, do Museu Casa do Sertão, do Programa de Pós-graduação em Estudos Literários (Progel) e da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), está com as inscrições abertas para o 2º Concurso de Literatura de Cordel, o Zoordel. O tema desta edição será “Animais em extinção, a fauna ameaçada pede preservação”. O público alvo são brasileiros ou naturalizados brasileiros, residentes no Brasil, que tenham 18 anos ou mais.

Acadêmicos posam na foto com a colunista Esmeralda Costa.

Poeta Cordelista Pedro Cavalcante é o mais novo membro da Academia de Letras do Brasil (Araripe-CE)

O poeta cordelista Pedro Cavalcante da cidade de Campos Sales-CE, tomou posse na ALB no último dia 20 de maio de 2022. Na ocasião,  familiares, poetas, cordelistas, membros da Academia Cearense de Literatura de Cordel e membros da maçonaria se fazem presente neste momento marcante da vida do grande poeta e escritor. Foto: Membros da Academia Cearense de Literatura de Cordel José Roberto de Morais, Antônio Hélio da Silva e Esmeralda Costa, prestigiam o Confrade Pedro Cavalcante na cerimônia de posse do mesmo na Academia de Letras do Brasil Seccional Regional Araripe-CE.

 

Stelio Torquato.

ENTREVISTA EXCLUSIVA A ESMERALDA COSTA (ACLC)

1 –  Poeta Stelio Torquato, há quanto tempo o senhor escreve cordéis?

Resposta: Desconsiderando um cordel que escrevi na década de 80, escrevo cordéis regularmente desde 2008. Portanto, há 14 anos.

2 – Geralmente, somos influenciados por algo ou por alguém ao seguirmos determinada arte. O que o influenciou a escrever cordéis?

Resposta: Como professor de Literatura há quase 30 anos, comecei a escrever cordéis para trabalhar com meus alunos da UECE, onde eu ensinava à época. Tratavam-se de 15 versões de clássicos da literatura universal (Dom Quixote, A Divina Comédia, Romeu e Julieta, etc.). Não pensava em publicar; era um trabalho apenas para a sala de aula. Por iniciativa de uma amiga, acabei publicando Dom Quixote e, com a boa recepção, motivei-me a publicar as outras 14 versões. Hoje, já são mais de 400 cordéis publicados.   

3 – Quais os principais temas presentes em seus cordéis?

Resposta: Para além de versões de obras literárias, que marcam boa parte da minha produção, interesso-me por temas ligados ao folclore (contos de assombração, lendas, etc.), histórias para crianças, o tema ambiental, questões que promovam o humanismo, a fraternidade, etc. Adoraria escrever mais sobre o sertão, mas como filho da capital, tenho pouco conhecimento sobre o cotidiano das áreas rurais.

4 – Qual a sua maior fonte de inspiração ao cordelizar?

Resposta: Minha maior fonte de inspiração é a obra de Leandro Gomes de Barros, que foi um mestre para todos os poetas populares. Para além disso, o contato frequente como meus colegas cordelistas me motivam a continuar produzindo e, claro, a buscar o aperfeiçoamento do meu trabalho.

5 – Como o Senhor avalia a evolução do Cordel com o reconhecimento do gênero como Patrimônio Imaterial e Cultural do povo brasileiro?

Resposta: O reconhecimento do cordel como Patrimônio Imaterial e Cultural do povo brasileiro poderá ser importante no sentido de permitir políticas governamentais que promovam o gênero, com a definição de editais para publicação de obras, por exemplo. Não obstante, penso que é importante mantermos a preocupação com preservar as marcas do gênero assentadas em nosso país há mais de 150 anos com o fim de que ele se mantenha como o herdamos das gerações de poetas populares que erigiram a grandeza desse tipo de literatura. Sem isso, como assinala o grandioso Marco Haurélio, o cordel corre o risco de se tornar um pastiche de si mesmo a partir da chegada de pessoas não verdadeiramente interessadas com o gênero, mas apenas em “surfar na onda” visando alguma forma de promoção pessoal.

6 – Na sua opinião, o que seria necessário para que os cordelistas obtivessem melhores rendimentos e a produção fosse mais incentivada?

Resposta: Além de editais para a publicação, tal como vimos em 2010 com o Prêmio Patativa do Assaré, promovido pelo Ministério da Cultura, vejo a necessidade de se multiplicarem as feiras de livros que incluam um espaço para o cordel. Seria também importante a adoção de uma política pública de inclusão nas escolas do cordel como instrumento auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, ação imprescindível tanto para dissiparmos preconceitos que ainda perduram em relação ao gênero, quanto para se favorecer a formação de um público leitor de obras populares. Isso exigirá um esforço dos pesquisadores em definir estratégias de trabalho com o cordel em sala de aula, tal como o fazem, por exemplo, Ana Cristina Marinho e Hélder Pinheiro com o excelente livro O cordel no cotidiano escolar. Penso ainda que seria importante perpetuar programas como a dos Mestres da Cultura, que preveem um apoio financeiro para pessoas reconhecidamente estabelecidas como referência na cultura popular e que enfrentam dificuldades econômicas.   

7 – Existe algum movimento forte para que a qualidade do Cordel e os Cordelistas venham se fortalecer no cenário nacional?

Resposta: Creio muito em pequenos movimentos orquestrados pelos próprios poetas. No Ceará, por exemplo, os cordelistas têm desenvolvido atividades coletivas interessantes, sendo emblemático disso a construção de um espaço próprio na Bienal Internacional do Livro do Ceará. A participação em vários eventos é também digno de nota. Cito também a Feira do Cordel Brasileiro, que vem sendo organizado há muitos anos pelo poeta e editor Klévisson Viana. Não posso esquecer também da Academia dos Cordelistas do Crato, da CECORDEL e do movimento Cordel sem Machismo, este último liderado por figuras como Izabel Nascimento (de Sergipe) e Julie Oliveira (do Ceará).  

8 – Iniciativas como o surgimento da Academia Cearense de Literatura de Cordel (ACLC) podem ser encaradas como de grande valia para o Universo do Cordel?

Resposta: Acho muito importante a congregação de forças em entidades como a ACLC visando a definição de ações coletivas que promovam o cordel. Essas agremiações, no entanto, têm que efetivamente definir diretrizes que rejam suas ações, seja no sentido de preservar as marcas que deram especificidade ao gênero cordel, seja no sentido de motivar o fortalecimento de um público leitor do cordel. Isso inclui o estabelecimento de concursos para estimular o surgimento de novos escritores (ou descobrir talentos que se mantêm no anonimato), promover eventos que conciliem a pesquisa e a apresentação de trabalhos literários, fomentar feiras de cordéis, patrocinar visitas às instituições de ensino (com ênfase para o ensino fundamental e médio)... enfim, há muito trabalho a ser feito. Mas, como um otimista incurável, acredito que isso será brevemente enfrentado pela ACLC e por entidades afins.

Stélio Torquato Lima nasceu em Fortaleza, em 8 de outubro de 1966. É doutor em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e professor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Universidade Federal do Ceará (UFC), onde também coordena o Grupo de Estudos Cordelista Arievaldo Viana (GECAV). Seu estágio pós-doutoral, realizado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desenvolveu-se em torno de uma pesquisa sobre a História do cordel no Ceará. Ministra oficinas e palestras sobre cordel, tendo já visitado mais de 100 escolas com essas atividades. Além de vários artigos sobre cordel, publicou em 2017, em parceria com o poeta e pesquisador Arievaldo Viana, o livro Santaninha: um poeta popular na capital do império (Fortaleza/editora IMEPH). É também cordelista, tendo publicado cerca de 400 cordéis, alguns deles premiados. Alguns de seus cordéis publicados: ...E o vento levou em cordel; Cordel do Pequeno Príncipe; Anastácia, a santa escrava e Macunaíma em cordel. É membro da Academia Cearense de Literatura de Cordel (Cadeira nº 20, patrono: Geraldo Gonçalves de Alencar) 

BÔNUS: ESMERALDA COSTA NA TV DO FACETUBES

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(*) ESMERALDA COSTA é professora, poetisa, cordelista, escritora e cerimonialista. Ama Deus, a vida, família e bons livros! Estudou Pós-graduação em Língua Portuguesa na instituição de ensino Universidade Regional do Cariri - URCA. Estudou Licenciatura em Letras Português na instituição de ensino Univesidade Estadual do Piaui-UESPI. Mora em Campos Sales, Ceara, Brasil.

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Pedro Sampaio Há 4 anos Fortaleza Ce Esplêndido texto jornalístico trazendo em forma de coluna literária um conteúdo que nos enriquece através da sua leitura de que vale compartilhar por proporcionar a todos a condição de assimilar a grandeza e a importância do patamar que o Cordel atingiu Desde sua origem a universalidade, parabéns Poetisa ESMERADA COSTA parabéns Facetubes por tão significativo espaço lançado dentro desse portal com magnânima assinatura camposalense dessa Poetisa bascida ba Pandemia depra Poesia
João Rodrigues Ferreira Há 4 anos Reriutaba Ceará Parabéns, Poetisa Esmeralda, por elevar ainda mais o nosso cordel!!!
Esmeralda CostaHá 4 anos Campos Sales-CE É uma grande honra poder contribuir com a plataforma Facetubes através desta coluna sobre o Cordel Brasileiro, só tenho a agradecer ao presidente Mhário Lincoln pelo convite para fazer parte como colunista e por toda credibilidade e apoio ao nosso trabalho como poetisa e cordelista. À todos que direta ou indiretamente vêm colaborando comigo, o meu muito obrigada!
Raimunda Pinheiro de Souza Frazão Há 4 anos São José de Ribamar - MAParabéns Professora Doutora Esmeralda Costa! Parabéns Mhario Lincoln e a todos envolvidos no trabalho!
Stelio Torquato Há 4 anos Eusébio-CE Parabéns pela iniciativa. Ela fortalece as ações da ACLC em prol da literatura popular do nosso estado. Sinto-me honrado pela entrevista dada a minha colega.
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Esmeralda Costa
Sobre o blog/coluna
Esmeralda Costa é poeta, escritora e Cordelista cearense. Convidada da Academia Poética Brasileira. Escreve uma coluna inédita sobre o Cordel Brasileiro.
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