No sábado magro de carnaval, 11 de fevereiro, aconteceu de comemorações na quadra da Favela do Samba, em São Luís do Maranhão pelos 40 anos no comando da bateria Carcará do Professor Júlio Cesar Diniz Machado, popularmente conhecido por Mestre Júlio.
Uma vasta programação cultural começou às partir das 17 horas, na quadra da grande Favela do Samba cujas atrações a presença contou com a presença do interprete Rixa, integrante da ala de harmonia da Portela, do Rio de Janeiro, além da bateria da escola de samba Turma do Quinto e dos Blocos tradicionais “Os Foliões” e “Os Vampiros”, do grupo “Tow no Samba”.
Vale acrescentar que a bateria Carcará da Favela do Samba, é uma das principais referencias do carnaval maranhense e tem no seu comando o Mestre Júlio desde o ano de 1983, quando ele recebeu essa função do saudoso Mestre Paulo.
PRODUÇÃO ARTISTICA
A Sociedade Recreativa Favela do Samba, apesar das dificuldades para a produção do desfile carnavalesco para o corrente ano, acelerou a confecção de suas alas para compor o enredo “Do renascer da Grécia antiga ao berço da cultura Popular: o legado do artista chamado Dionísio”, numa homenagem a um dos principais personagens da história recente daquela agremiação cultural, o produtor e compositor Renato Dionísio, que esteve na direção das escolas por mais de vinte anos.
Segundo o diretor de carnaval da Favela do Samba, João Moraes todos se exultarão com 14 alas, três carros alegóricos e os itens obrigatórios de um desfile carnavalescos, que inclui casais de Mestre Sala e Porta Bandeira, Comissão de Frente, Ala de Baianas, Passistas, Destaques, Composições secundárias, além da Bateria.
Para o Presidente da Favela do Samba, Euclides Moreira Neto, “o atraso do repasse do apoio financeiro para as escolas e a todos os grupos locais foi um equivoco que poderia ter sido evitado, se os gestores do setor cultural tivessem dado a devida atenção aos apelos das entidades representativas dos diversos grupos culturais de nossa região”. Diz Euclides que esse atraso influenciou de forma decisiva na qualidade dos diversos projetos que estão sendo desenvolvidos pelas escolas de samba, mas, ele espera que a Favela do Samba faça um grande desfile e empolgue o público ludovicense.
Afirmou ainda Euclides que as alas foram todas distribuídas. Entre as alas, está a de dona Regina Rósula, que tem atelier no bairro Vila Luzião, que faz alusão à luta pela meia passagem.















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