De um encontro, quase casual, entre o poeta e cronista João Batista do Lago (São Luís-MA) e o pensador do Século XX, professor e escritor Olinto Simões (Rio) saíram as seguintes proposições e análises filopoéticas:
(1) - "(...) Jesus seria um homem de esquerdo se você tiver uma visão conforme os dias atuais (...)".
(2) - "(...) - O que levou Jesus a ser condenado se não o feromônio coletivo? O coletivo ele se apaixona muito rapidamente. E aí ele segue a manada (...)".
3 - "(...) O que significa o nome 'Barrabás' em hebraico? A tradução literal é 'filho do homem'. Aí entra a polêmica: e Jesus era o filho do Homem? Será que a soltura de Barrabás foi um equivoco dos comandantes romanos ao ouvirem essa expressão do povo? (...)".
4 - "(...) João Batista. O que a poesia é, depois de ser? (Pergunta Olinto). JB responde: " Ela continua sendo..." Olinto: "(...) JB diz: 'continua sendo'. É que a poesia não está. Se ela só estivesse, teria variações. (...)".
5 - "(...) - tem certas pessoas que se acham poetas, mas são prepotentes. A poesia deles é tão ruim que nem a prepotência ajuda. (...)".
6 - "(...) Mário eu já tive oportunidade de ser agressivo Passei pela minha fase da agressividade. essa já ficou lá atrás. Ou seja já fui uma pessoa. Hoje, sou mio louco. Afinal, sou poeta. O poeta não é comum não pode ser. Minha poesia é sangue, sabe, emoção, ação... é o ato do sangue numa artéria poética. Porque se a veia poética leva sangue contaminado de dióxido de carbono, a matéria poética traz para o cérebro o sangue oxigenado (...)". (Olinto Simões).
Para entender tudo, só abrindo o vídeo abaixo:
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