*Mhario Lincoln
Rezemos a Tupã, ao Deus que representa a comunidade indígena. Que Tupã perdoe os outros, que não sabem o que fazem. Que tire dos corações dos exploradores, a sede do ouro. Que tire da alma dos invasores a petulância e a visão da barbárie, como busca pelo Poder.
Os povos indígenas gritam de dor. Sangram pelos poros. Ó Senhor Deus, Tupã, Tambatajá, Iara, “Tupa-cinunga”. Ó Deu que fez a Terra, o Sol, o Mar, livre-os dos incautos, dos destruidores. Ó Tupã, que os povos indígenas possam dormir na Paz das estrelas, que possam cultivar suas terras e que suas riquezas fiquem guardadas no útero da Mãe-Terra.
Ó Senhor, fazei com que os malvados se retirem das culturas nativas. Que deixem os rios, os peixes, que não queimem as florestas.
Ó Tupã, tenha piedade dos povos indígenas do Brasil. Tenha piedade de todos que sofrem com a ganância daqueles que buscam incessantemente a riqueza pessoal, esquecendo os direitos coletivos.
Ó Tupã, ouça toda prece e tenha piedade dos povos indígenas. Dê-nos força e coragem para enfrentar os desafios que nos são impostos diariamente e proteja-nos das doenças e da destruição que assolam as comunidades primitivas.
Ó Tupa-cinunga. Pedimos que a sua sabedoria e amor se espalhe por toda a Terra e que a ganância dos exploradores seja substituída pela compaixão e respeito pela natureza.
Que o 19 de abril seja um dia de reflexão e lembrança da luta dos povos indígenas pelo direito à vida e à preservação da sua cultura. Mas que não seja apenas uma data usada e abusada por quem ousa se locupletar com o sofrimento. Mas que seja, antes de tudo, UM GRITO!
REZEMOS:
Que assim seja, Tupã. Que assim seja!
Tupã, Deus criador, proteja a comunidade nativa dos invasores sem amor. Perdoe aqueles que não sabem o que fazem. E tire dos corações deles, a sede pelo ouro que corrompe e consome.
Ó Tupã, nosso Senhor,
Tambatajá, Iara, Tupa-cinunga
Escute o clamor do povo indígena,
Que grita de dor e sangra pelos poros.
Ó Deus que fez a Terra, o Sol e o Mar. Livre-nos dos destruidores que só querem explorar. Que os malvados se retirem das culturas nativas e levem suas doenças para bem longe. Que deixem não joguem mais nos rios o mercúrio que contamina os peixes; não queimem mais as florestas. Ó Tupã, tenha piedade dos povos indígenas.
Que o 19 de abril não seja apenas uma data.
Mas sim um exemplo de respeito e igualdade.
Ó Tupã, ouça esta oração
e interceda pela paz dos povos indígenas.
Ouça esse Grito. Cure essas chagas.
Estanque todo o sangue.
19.04.2023
Mhario Lincoln, presidente da Academia Poética Brasileira.
MUSICA É VIDA Chiquinho França levou “Fissura” a Brasília, no Clube do Choro, território de encontro da música brasileira
SETEMBRO SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
MUNDO NOVO “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
Literatura Gótica Aluísio Azevedo Gótico: Lourival Serejo restitui uma vertente da obra do escritor ao debate literário brasileiro
EXCLUSIVO A CURIOSIDADE “MATA”. MAS, ANTES, DIVERTE — E ENSINA Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 22°
Tempo limpoMín. 13° Máx. 25°
Chuva
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.