Especial Orquídea Santos, Chefe da ASCOM/Academia Poética Brasileira
Nauza Luza Martins, uma renomada poeta de êxito, aclamada como antologista nacionalmente reconhecida, traz mais uma obra autoral, mergulhada na poesia intimista, fortalecendo seu eu poético, ao conduzir sua arte como um combustível de alta octanagem, alimentando um foguete lírico em direção à sua principal fonte de inspiração: a lua.
Neste magnífico trabalho, Nauza desperta emoções profundas naqueles que a leem, desnudando-se metaforicamente, a fim de proporcionar uma jornada ao âmago da alma, assim como fez Júlio Verne, em "Viagem ao Centro da Terra".
Ao contemplarmos a trajetória de Nauza Luza Martins, somos remetidos a outros exemplos notáveis de poetas que também se despiram em suas obras, compartilhando sua mais íntima essência com o leitor. A autora também expõe sua vulnerabilidade poética, revelando-se sem reservas e empreende sua própria jornada, conduzindo quem lê, às profundezas de sua alma poética, assim como Verne em sua aventura fascinante e misteriosa, Nauza também é envolvente em uma viagem interior repleta de emoções intensas e reflexões íntimas.
Para a produzir a capa da obra, a autora convidou o poeta Mhario Lincoln que a elaborou da seguinte forma: "(...) para a minha surpresa, fui convidado a elaborar o projeto da capa. A ideia central foi juntar a prata da Lua com a cor Azul (prateado), que representa o cio da Terra (globo), quando anoitecendo. Juntei alguns elementos místicos como golfinhos e uma outra mulher em prece ardente, entregando-se para uma imensa lua de fundo. Acho que essa é a representação. O AZUL PRATEADO é a cor que representa o livro, haja vista o próprio título (...)".
Parabéns, portanto Nauza Luza pelo excelente trabalho a ser lançado, primeiramente, em Brasília-DF.
O PREFÁCIO
Quando recebi o convite para ser prefaciador do novo livro solo da minha amiga Nauza Luza Martins, veneranda escritora, confesso que experimentei vários tipos de sentimentos ao mesmo tempo.
Se, por um lado, eu estava deveras lisonjeado e me sentindo um privilegiado, por ter a honra de tecer breves palavras a respeito da produção literária de minha estimada colega, por outro a grandeza da autora me inibiu, e fez com que eu imaginasse não estar suficientemente preparado.
Encarei como um chamamento para uma missão, sem haver margem alguma para recusa. Mas também fiquei angustiado porque achava que não daria conta do recado.
Quem resolveu o problema foi a própria Nauza, com a sagacidade e a gentileza que lhe são tão marcantes. Me tranquilizou afirmando categoricamente que confiava em mim, e que tinha absoluta certeza da minha capacidade.
Continuo considerando que ela se equivocou na avaliação, admito. Porém, me dei por vencido e cá estou a redigir este singelo manuscrito.
Pois bem, aqui vamos nós, e seja o que Deus quiser. Comecemos conhecendo um pouco mais sobre a autora. Nauza Luza é uma escritora multifacetada e prolífica, navegando pelos mais variados gêneros e estilos.
É contista, cronista, organizadora de antologias, e seu toque de Midas transforma em tesouro tudo aquilo onde põe suas mãos, calejadas e igualmente sedutoras.
Ademais, é excelsa poeta, dotada de grande sensibilidade para captar a poesia que permeia os mais diferentes aspectos da vida cotidiana.
Ela os reconhece dentro da sua singularidade, e trata logo de versejar com uma maestria que é absolutamente invejável. Seja com versos livres ou ritmados, o seu domínio do idioma pátrio e dos seus meandros se torna evidente tão logo a leitura começa.
Mais virtuosa ainda é a sua capacidade de prender a atenção do leitor logo de cara, o que torna impossível abandonar o texto pela metade. É preciso ir até o fim, degustando com prazer e voracidade cada palavra.
Não é à toa, portanto, que os seus livros fazem tanto sucesso junto ao público. Foi assim com “Jogo de Palavras” e com “Interlúdio Poético”, e idêntico destino está reservado para “Despertar da Enluarada”, sua mais nova e grandiosa obra, que orgulhosamente vos apresento.
Nauza é filha, irmã, mãe e amante da lua, e essa relação simbiótica entre ambas transparece do início ao fim do livro.
Justamente por isso, advirto aqui ao leitor para que saiba onde está pisando. Deixe seus grilos de lado e se jogue de corpo e alma nessa experiência multissensorial, onde o sentido da visão lhe levará a transpirar, com água na boca e coração acelerado.
Lucas Mello Pioner, médico, escritor e poeta
CONSIDERAÇÕES SOBRE A OBRA
Poetizar é marca da alma de Nauza Luza Martins, logo não seria diferente seu forte toque presente neste valioso trabalho literário. Despertar da Enluarada é um verdadeiro mergulho no universo da poesia de Nauza Luza que se debulha no ilustrar de uma sensibilidade abrilhantada pelo poder de sua escrita. Falar de amor, de força, de empoderamento tendo como um dos elementos principais a lua, seu encanto e magnitude, ganham substancialidade no fazer poético de tão exímia escritora.
Há esmero na composição de cada título que com certeza são feitos com propósito de chegar ao leitor de forma a contribuir não apenas com o prazer da leitura, como também mexer com a sensibilidade e chegar a mente e ao coração de forma concatenada, proporcionando momentos de deleites e saltos imaginativos que os conduzirão a lugares e situações que ultrapassam a monotonia de conjecturas corriqueiras. Sendo assim o Despertar da Enluarada é um verdadeiro presente para os amantes da boa poesia.
Joizacawpy Muniz Costa, Professora/escritora
DIPLOMA
A Academia Poética Brasileira em reunião extraordinária da Executiva Nacional, na tarde de segunda-feira, decidiu conceder a Nauza Luza Martins Diploma de "Reconhecimento Literário Nacional" pela obra ora publicada, haja vista a aplaudida repercussão crítica da obra, no Brasil. A proposta foi do vice-presidente executivo nacional, professor Edomir Martins de Oliveira, unanimemente aceita por seus pares.
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