Redação do Facetubes/Grupo de pesquisas filosóficas/Sala Olinto Simões
Na contemporaneidade, o papel do filósofo como curador da alma continua relevante. A noção de "terapia da alma" remonta à tradição poética antiga, sendo encontrada em escritos de Homero, que utilizava mitos para propor a reconciliação da alma diante de um destino inexorável, marcado por contradições, adversidades e tragédias que culminam em sofrimento e morte. Além dos mitos, a filosofia também influenciou os médicos da época, que adotaram conceitos, categorias e métodos racionais provenientes dessa disciplina para investigação e aplicação da arte da cura.
A medicina hipocrática, por sua vez, abraçou de forma metódica e sistemática a busca por explicações racionais dos fenômenos naturais. Ela desenvolveu métodos de diagnóstico, prognóstico e procedimentos terapêuticos com base em princípios racionais. Nesse contexto, a filosofia desempenhava um papel fundamental na formação do indivíduo, elevando-o à condição de sábio através da cura interior que o tornava forte, corajoso, perspicaz, justo, amoroso, solidário, feliz e capaz de autocurar-se por meio da "epiméleia" filosófica.
Essa concepção filosófica encontra ressonância em pensadores antigos, como Sócrates e Platão. Sócrates acreditava que a busca pelo conhecimento e pela verdade era essencial para aprimorar a alma e alcançar a virtude. Platão, por sua vez, via a filosofia como um caminho de autotransformação, no qual a alma busca sua própria cura e elevação.
Destarte, na contemporaneidade ou na Antiguidade, o filósofo desempenha um papel crucial como curador da alma, oferecendo reflexões e práticas que buscam a cura interior e o desenvolvimento ético do indivíduo.
SETEMBRO SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
MUNDO NOVO “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
Literatura Gótica Aluísio Azevedo Gótico: Lourival Serejo restitui uma vertente da obra do escritor ao debate literário brasileiro
EXCLUSIVO A CURIOSIDADE “MATA”. MAS, ANTES, DIVERTE — E ENSINA
Convidados APB 29 DE AGOSTO DO IPIRANGA AO TRATADO DE PAZ E AMIZADE Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 22°
Tempo limpoMín. 13° Máx. 25°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”