*Mhario Lincoln
Alcina Maria é uma poeta transcendental. Imaginário fértil, lida com a paixão, a sensualidade e a verdade como poucos. É a voz da alma. Eu costumo dizer sobre as poesias de Alcina Maria, as quais tive o privilégio de ler, são produções líricas que ressoam no mais profundo ponto da sensibilidade da alma, porque são verdadeiras. E muitas vezes, a verdade dói.
Por outro lado, a poética de Alcina é um exemplo de como a arte pode expressar os sentimentos mais profundos e autênticos do ser humano, sem se deixar levar pelas convenções ou pelos preconceitos da sociedade. Ela segue a máxima de Fernando Pessoa, que dizia: 'Tudo vale a pena quando a alma não é pequena’. Ela não tem medo de se expor, de se revelar, de se transformar. Ela é fiel à sua essência, à sua busca, à sua liberdade.
A poesia de Alcina Maria também é uma forma de conhecimento, de reflexão, de questionamento. Ela não se contenta com as aparências, com as certezas, com as ilusões. Ela procura ir além, penetrar no mistério, no desconhecido, no absoluto. Ela se inspira em Platão, que afirmava: 'A poesia é o transbordamento espontâneo de sentimentos intensos: tem a sua origem na emoção recordada num estado de tranquilidade’. Ela é capaz de transcender a realidade, de criar novos mundos, de iluminar as sombras.
Destarte, Alcina é toda manifestação da alma, uma expressão da verdade, uma obra de arte. Seja sempre bem-vinda ao nosso www.facetubes.com.br.
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