PROGRAMA O MUNDO DA MELHOR IDADE
VELHICE É UMA DOENÇA?
Apresentação: Amara Lucena Robson
Produção: TV do Facetubes Tema: Velhice é Doença? Edição: Mhario Lincoln Junho de 2022 Curitiba-PR
Convidado: DR. EGÍDIO DOREA, Graduação em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (1999) e doutorado em Nefrologia pela Universidade de São Paulo (1998). Tem experiência em Medicina Interna, atuando principalmente nos seguintes assuntos: Doenças Crônicas, Prevenção de Quedas e Envelhecimento Ativo. (Fonte: Currículo Lattes).
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil será até 2025 o sexto país do mundo em número de idosos. A população com mais de 60 anos no País cresceu mais de 7 milhões apenas entre os anos de 1980 e 2000. E a expectativa de vida também tem aumentado: segundo o último levantamento do IBGE, o brasileiro vive em média 75 anos, 2 meses e 12 dias.
Na USP, uma iniciativa já vem olhando com atenção para esses dados, buscando promover entre seus funcionários o chamado envelhecimento ativo, expressão que dá nome ao projeto. A equipe é formada por 20 profissionais ligados ao Hospital Universitário (HU), ao Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp), ao Instituto de Psicologia (IP), ao Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), que trabalham de modo integrado para ajudar os servidores a viver com mais qualidade.
Sob a coordenação do médico Egídio Dórea, que é também coordenador do Ambulatório de Clínica Médica do HU, formam a equipe médicos, enfermeiras, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e economistas.
Envelhecimento ativo é um termo cunhado pela OMS que define o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas. Segundo Dórea, a palavra “ativo” refere-se à participação contínua nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho. “O objetivo do envelhecimento ativo é aumentar a expectativa de uma vida saudável e a qualidade de vida para todas as pessoas que estão envelhecendo, inclusive as que são frágeis, fisicamente incapacitadas e que requerem cuidados”, observa.
(Partes recuperadas da publicação no site: https://jornal.usp.br/universidade/projeto-da-usp-motiva-funcionarios-a-viver-e-envelhecer-com-qualidade/).
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