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Reprodução parcial da pintura sobre pergaminho 'A chegada da noiva', do Falsificador Espanhol, que está na Casa Museu Ema Klabin. Cena mostra noiva, rodeada por outras pessoas, chegando de barco a uma margem. (CRÉDITO,REPRODUÇÃO/CASA MUSEU EMA KLABIN/Original do texto).
Pela primeira vez, duas páginas de um antigo mistério do mundo da arte estão mais perto do público brasileiro: a Casa Museu Ema Klabin, em São Paulo (SP), passou a expor duas folhas de pergaminho creditadas ao "Falsificador Espanhol", uma pessoa que forjou pinturas medievais entre o final do século 19 e início do 20 — e até hoje não se sabe de quem se trata.
Apesar do apelido, nem mesmo a nacionalidade dele é conhecida.
Hoje, suas pinturas e seus manuscritos iluminados estão espalhados por museus e bibliotecas do mundo e são identificados por historiadores da arte e curadores como sendo do Falsificador Espanhol por alguns traços em comum — e incomuns na Idade Média, cuja produção ele buscava falsificar.
Os decotes exagerados das mulheres, a mistura de vestimentas de diferentes locais e épocas e a aplicação do dourado ao final da pintura, e não no início, como no período medieval, são alguns desses traços.
Para ler a íntegra, basta seguir o link: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63897618
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