NR: Nós do Facetubes, parabenizamos o imortal AML, professor, escritor e poeta José Neres, lembrando que pessoas como ele, ao longo dos anos, sempre consegue transformar experiência em sabedoria. Sabedoria é um bálsamo, um tesouro inigualável. Portanto, que aproveite cada segundo deste novo período de vida para ir na direção do sol, Energizando-se, a fim de que essa energia saudável possa ser captada por todos nós que lhe admiramos. Parabéns, amigo. (Mhario Lincoln).
Sobre o marido, diz a escritora e poeta Linda Barros Neres: "Dizem que a profissão é uma vocação ou um dom, certo ou errado, algumas pessoas já nascem predestinadas a seguir seu curso, podendo até desviar do caminho, mas o certo é que, de uma forma ou de outra, sempre acabam fazendo aquilo que mais têm afinidade. José Neres é um destes exímios com a palavra. Escritor, contista, roteirista, poeta, crítico literário e professor, ele brinca com as palavras como ninguém e na vã necessidade de mostrar um pouco mais sobre este jovem intelectual, este artigo mostrará um pouco e sucinto sobre sua vida, já que com ele, as palavras pulsam de suas veias na necessidade de que todos possam lhe ouvir, e é certo, que muitos o ouvem e o leem. São dezenas de prefácios, centenas de artigos, em diversos seguimentos: jornais, revistas, periódicos, colunas, sites, etc. Com ele, as palavras estão por aí, na simplicidade de que lhe é igual. José Ribamar Neres Costa, nome simples, mas de muita força intelectual. Professor Neres, como muitos o conhecem, percorreu um longo caminho até chegar ao ápice, hoje ele é Mestre em Educação e Doutor em Meio Ambiente Sustentável, tendo como tema da Tese, Ambiente e Sustentabilidade na Poética de José Chagas. Mesmo com títulos que honraria qualquer mortal, Neres faz questão de não ser chamado de Doutor, pois para ele, “é somente um título” o que não o faz sentir-se melhor que ninguém (...)".
Para ler a íntegra, siga o link:https://www.facetubes.com.br/noticia/419/lna-trilha-das-palavrasr-de-jose-neres
Abaixo, vale transcrever outro texto de Linda Barros Neres, publicado dia 17.02, do ano passado:
CRÔNICAS EM AZULEJOS DE PAPEL JORNAL
Linda Barros, professora e atriz, membro da Academia Poética Brasileira
A vida tem seus sabores e dissabores. O mundo e suas revoluções, por outro lado, corroboram para que mudanças sejam feitas e principalmente, sejam aceitas. Nesse entremeio, está o avanço tecnológico, que a cada dia amanhece com uma novidade, fazendo com que o que é tradicional seja deixado de lado.
O século XXI chegou trazendo os sabores e dissabores da vida e dos séculos anteriores. Como na vida, “el reloj no da vuelta hacia atrás”, temos que nos habituar com as mudanças recorrentes do novo século. Uma das mudanças mais vigentes do novo século, se refere à tecnologia e suas revoluções, tendo a internet como a principal mudança desse meio. A web chegou com força total e revolucionando tudo e levando todos à sua volta. Os meios de comunicação tiverem que se adaptar e se adequar às novas mudanças, ou seja, tudo se transformou em digital: livros, revistas, periódicos, canais de televisão, as tracionais bancas de revistas, enfim, tudo está no novo digital.
Dentre todas as publicações impressas que deixaram de circular, estão os jornais ou periódicos, que em sua grande maioria foram sumindo. Hoje em dia, o que existe é a saudade do barulhinho do jornal caindo no terraço da casa dos assinantes. E para que nossas memórias não sejam esquecidas em páginas amarelas, os autores, cronistas, escritores, deram vida as suas obras, como um grito de socorro para que suas letras e ideias não sejam esquecidas ou mofadas em algum rincón virtual, de quase nenhum acesso. Foi o que fez o escritor e Acadêmico José Neres, quando lança Azulejos em Papel Jornal (Academia Maranhense de Letras, 2019, 189 páginas), uma obra que não pode ser considerada como um grito no silêncio da nova geração midiática. O compêndio é um resgate dos textos publicados nos principais jornais da capital maranhense, como em O Estado; e, também, no periódico Correio do Estado, do Mato Grosso do Sul.
Como diz o autor na apresentação da obra, “devo às páginas dos jornais acima citados e de outros de poder escrever sobre assuntos diversos, de repensar ideias e de divulgar meu nome entre leitores de variadas faixas etárias e de diferentes classes sociais”. Com isso, o escritor deixa o leitor mais próximo de si e do conteúdo da obra em questão.
Azulejos em Papel Jornal é uma obra de relevante valor acadêmico e social, pois, o mesmo traz histórias de vida do próprio autor, mas de forma muito particular e que envolve o leitor menos atento, com narrativas do dia a dia, mas que de certa forma, todos acabam se identificando com elas.
José Neres inteligentemente dividiu a obra em três partes. A primeira, começa com crônicas e artigos relacionados com o cotidiano, os acontecimentos que vida pós-moderna nos oferece, trazendo nessas crônicas, angústias e questões que nem sempre são respondidas pelo autor. A segunda parte, traz os textos que discutem sobre todas as artes, como bem disse José Neres “acredito que a arte é o alimento para a mente e para a alma, e sem essa forma de nutrição toda a sociedade tende a fenecer sem deixar vestígios”. Daí dizer o tamanho da riqueza cultural que se pode encontrar nessa obra.
Na terceira e última parte e não menos importante, estão textos relacionados com a educação, ou com os problemas educacionais, outro tema de profunda discussão, haja vista a situação atual em que se encontra nosso país. Essa última e delicada temática, traz reflexões de cunho acadêmico, onde o leitor é capaz de se deleitar por horas e ainda assim, fechar o livro com a cabeça angustiada por essa problemática que assola nossos jovens estudantes e a nossos sofridos docentes.
Azulejos em Papel Jornal, foi editado pela Academia Maranhense de Letras, levando o selo da mesma, com texto de apresentação do próprio José Neres, e, como já foi dito, nessa sequência: Os Cotidianos que Rodeiam, com vinte crônicas; As Artes em nossos Olhos, contendo catorze artigos com temáticas sobre artes e por último, Entre os Muros da Escola, contendo vinte e três textos temáticos sobre Educação.
Por fim, a referida obra pode e deve ser estendida às prateleiras de bibliotecas das mais diversas instituições de ensino, tanto superior quanto nas escolas públicas e privadas, para assim, fazer discussões pertinentes aos temas envolvidos.
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