Nove Acadêmicos tomaram posse, como imortais, na Academia Latino-Americana de Ciências Humanas durante cerimônia festiva realizada no Palácio da Corte, em Brasília. Para homenagear o jornalismo, a Alach criou a "Cadeira Jámenes Ribeiro Calado", ocupada pelo Acadêmico jornalista Toni Duarte. Na ocasião, nove novos membros acadêmicos ocuparam cadeiras das mais diversas áreas, em cerimônia festiva ocorrida no último sábado, dia 29.
Durante a sessão solene, modelo inédito nos últimos anos, a Alach homenageou onze personalidades do mundo jurídico e empresarial com a “Comenda Pedro Álvares Cabral”, para celebrar o 22 de abril, data do descobrimento do Brasil. “A Academia Latino-Americana de Ciências Humanas é um templo de cultura, uma Casa em que guardamos um enorme valor histórico, cívico e da família, além de ser um templo de estudos e da ciência” disse ao Radar DF, o presidente do Supremo Conselho Internacional Acadêmico, Raul Canal.
Canal também destacou que a Alach é uma academia de âmbito e abrangência em países da América Latina, de caráter cultural, científico, filosófico e progressista, sendo um de seus pilares, o respeito aos antepassados.
Entre os novos acadêmicos está o jornalista Toni Duarte, eleito para assumir a cadeira Nº 1 do “Colegiado Acadêmico de Jornalismo”, patroneado pelo advogado criminalista e também jornalista maranhense José Jámenes Ribeiro Calado.
Aos 68 anos, o jornalista Toni Duarte, Editor/Chefe do Radar DF, na condição de Acadêmico Imortal, destacou o seu papel nesse Sodalício como “uma nova experiência de convívio, discussão e divulgação sobre as principais demandas e aspirações da sociedade”. e disse mais: “(...) caberá a mim, com muita honra, ocupar a cadeira nº1 de jornalismo, cujo fundador trata-se de uma das mais destacadas proeminentes figuras do mundo jurídico maranhense, o dr. Jámenes Calado. À sua memória, rendo aqui minha justa e sincera homenagem”, disse ao RadarDF.
Toni Duarte agradeceu o presidente da Alach, Dr. Raul Canal, e o vice-presidente Dr. Carlos Araújo, pela iniciativa e decisão de criar a cadeira que representará os profissionais de imprensa. “Eles entenderam que o jornalismo é uma escola de escritores e de intelectuais. Sem o jornalismo não haveria historia imortalizada”, completa Toni Duarte.
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