*Mhario Lincoln
Leia as atualizações do blog de Hélcio Silva, hoje. Acesse: https://blogdohelciosilva.blogspot.com/
Abaixo, revivendo um dos poemas do mestre Hélcio Silva
O poema de Helcio Silva, abaixo, reflete uma dualidade interessante entre juventude e a experiência de vida, explorando a natureza complexa e multifacetada da experiência humana. Através de uma linguagem simples, o poeta transmite uma profunda reflexão sobre a existência e a passagem do tempo. Leia:
MOÇO E VELHO
Helcio Silva
Eu sou moço
Sou semente de uma Vida
Que nasceu da Luz da Vida
Nas existências de muitas Vidas
De vidas que são Vividas
Eternas que serão Vidas
Eu sou moço
Eu sou velho!
Um velho moço
Ou um moço velho!
A primeira estrofe apresenta uma contraposição direta entre a juventude e a velhice, sugerindo que o 'eu lírico' dele possui características de ambas. Essa dualidade é, sem dúvida, uma representação simbólica da riqueza e diversidade da vida, na qual diferentes estágios coexistem e se entrelaçam.
Ao afirmar ser "semente de uma Vida" que nasceu da "Luz da Vida", o poeta evoca a ideia de continuidade e renovação. Essa noção de eternidade e ciclo de vida é reforçada pela frase "De vidas que são Vividas / Eternas que serão Vidas", expressando a crença na continuidade da alma, além do tempo presente.
Como diz Allan Kardec: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”. Sim, há explícita menção à continuidade da alma, na evolução das tríades incomensuráveis, que oportunizam o aperfeiçoamento de nossos erros e acertos, mediante a experiência, construindo nosso próprio destino.
Já na última estrofe, com a repetição "Eu sou moço / Eu sou velho!", o poeta diz-se "velho moço" ou um "moço velho", mesclando características de ambos os estágios da vida. No geral, o poema de Helcio Silva oferece uma reflexão profunda sobre o tempo, a dualidade da existência e a continuidade da vida, destacando, destarte, a importância de reconhecer a juventude e a velhice como elementos intrínsecos e complementares, transcendendo as limitações impostas pelo tempo.
Parabéns, amigo querido. Você é indispensável, quando o assunto é respeito, carinho e amizade.
Mhario Lincoln
Presidente da Academia Poética Brasileira.
JOÃO MOHANA JOÃO MOHANA, FINALMENTE, PASSOU A INTEGRAR O PANTEON MARANHENSE
Carnaval/27 Euclides Moreira Neto: “CARNAVAL NÃO SE FAZ NO SILÊNCIO”
Renata Barcellos “O Folclore brasileiro”, por Renata Barcellos
ELOY MELONIO ELOY MELONIO: “CONVERSA VAI, CONVERSA VEM...”
Música Independente BANANADA RENASCE DEPOIS DE SEIS ANOS
ESPETÁCULOS ARIANO SUASSUNA ENCONTRA SHAKESPEARE EM SÃO LUÍS Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 11° Máx. 18°
Tempo nubladoMín. 8° Máx. 22°
Tempo limpo
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”
Esmeralda Costa BÁRBARA DE ALENCAR: UMA HISTÓRIA QUE CAMINHA ENTRE VERSOS E MEMÓRIAS