Especial: Pedro Sampaio
O Futebol Cearense que tem como protagonista mais precisamente o Fortaleza Esporte Clube, é pioneiro de ter chegado à fase semi-final de uma competição internacional que disputa: a Copa Sul-americana, derrotando o América de Minas Gerais. Já havia vencido o jogo de ida, nas Gerais pelo placar de 3x1.
E o melhor de tudo isso é que ganhei de Presente no Dia dos Pais, uma camisa oficial do Fortaleza para inserir número e nome de preferência.
Não optei por colocar um nome do atual elenco valiosíssimo, mas sim, rendi homenagem ao atleta que me fez torcedor do Tricolor de Aço, meu eterno ídolo da CAMISA 11 leonina, MIMI, que no dia 31 de Janeiro de 1970 nos acréscimos do tempo normal da etapa final, aos 47, minutos quando os Baianos que jogavam pelo empate comemoravam já o título de Campeão Norte/Nordeste, eis que MIMI marca o antológico e histórico GOL que deu o Título ao Leão do Pici, fazendo a Massa Tricolor que lotava o Estádio Presidente Vargas explodir fazendo seu carnaval.
Um detalhe MIMI, o Ponta Esquerda herói desse título estava aniversariando nesse dia.
Mimi hoje se mantém como Servidor da Câmara Municipal de Fortaleza e recordista há 62 anos.
Nas celebrações dos 60 anos cordelizamos sua história através do Cordel "Deixou O Caminho Do Gol Pra Na Câmara Virar Show". Abaixo o vídeo do meu encontro com meu ídolo.
JOÃO MOHANA JOÃO MOHANA, FINALMENTE, PASSOU A INTEGRAR O PANTEON MARANHENSE
Carnaval/27 Euclides Moreira Neto: “CARNAVAL NÃO SE FAZ NO SILÊNCIO”
Renata Barcellos “O Folclore brasileiro”, por Renata Barcellos
ELOY MELONIO ELOY MELONIO: “CONVERSA VAI, CONVERSA VEM...”
Música Independente BANANADA RENASCE DEPOIS DE SEIS ANOS
ESPETÁCULOS ARIANO SUASSUNA ENCONTRA SHAKESPEARE EM SÃO LUÍS Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 22°
Tempo limpoMín. 13° Máx. 25°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”