Desde quinta-feira (9), Corumbá tem sido palco do Festival América do Sul, com o foco em sustentabilidade e integração entre os países. O evento, marcado principalmente por atrações culturais regionais, nacionais e internacionais, segue neste final de semana e tem mais dois dias recheados de programação diversa, encerrando no domingo (12).
Com apresentações teatrais, exposições, oficinas, danças, mostras culturais e músicas, a cidade pantaneira ainda oferece shows nacionais de Criolo no sábado (11) e Frejat no domingo, ambos com entrada gratuita na Praça Generoso Ponce. Para aqueles que desejam curtir toda a programação ao ar livre, o clima favorece a apreciação das atrações, com tempo estável e altas temperaturas.
Conforme a previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), o final de semana em Corumbá será de sol e variação de nebulosidade durante o dia. Além disso, uma nova onda de calor atinge o estado devido a atuação de uma pressão atmosférica.
O Pantanal, onde localiza-se Corumbá, está entre as regiões que devem registrar as maiores temperaturas no final de semana, com chances de bater o recorde de valores máximos do ano. No sábado, a cidade tem mínima prevista de 28°C, enquanto no domingo, a temperatura mínima fica em 29°C. Em ambos os dias, os termômetros podem atingir até 40°C.
Aliado às altas temperaturas, nestes dias, os ventos atuam do quadrante norte. Assim, o dia começa com ventos do Nordeste e mudam para Noroeste ao longo do dia, contribuindo para elevar a sensação de calor. As rajadas de ventos atingem valores entre 40 km/h e 60km/h e, pontualmente, podem ocorrer acima de 60km/h.
Além disso, ocorrem ainda baixos valores de umidade relativa do ar, entre 10% e 20%, número que exige atenção daqueles que forem curtir o festival. Por isso, recomenda-se que o público beba bastante água, evite exposição ao sol e atividades físicas pesadas nos horários mais quentes e secos do dia.
Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado
Foto: Saul Schramm
JOEMA CARVALHO Joema: Que seja 'húmus', enquanto durar. E 'manejos de poda', enquanto houver luta!
Auxilium duplex Há um grande movimento contra alimentar a biografia de Carolina Maria de Jesus com a 'romantização da miséria humana'.
NERUDA Pablo Neruda e a criança que sobrevive no adulto: brincar também é uma forma de permanecer humano
EDITORIAL DE HOJE Cada livro, é um pedaço da alma de Maria José Lima: lamentos, silêncios e simbioses
Há 1 ANO-TBT A força da música do Maranhão ouvida na região sul do país
ESPECIAIS Uma vitória em versos: a Academia Cearense de Literatura de Cordel escolhe seu Hino Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 8° Máx. 22°
Tempo limpoMín. 14° Máx. 25°
Chuvas esparsas
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”