A premiada escritora Luiza Romão, reconhecida por sua poesia independente e intensa, compartilhou em entrevista à Revista Bravo detalhes sobre seu método literário e sua experiência na Flip 2023. Romão, conhecida por uma literatura cotidiana e acessível, revela que sua paixão pelas palavras começou na infância, influenciada por seus pais professores e pela música e poesia brasileira.
Em 2021, seu livro “Também Guardamos Pedras Aqui” foi publicado pela Editora Nós, recebendo o Prêmio Jabuti, marcando um divisor de águas em sua carreira. A obra, inspirada nas oficinas literárias de Marcelino Freire, traça paralelos entre as guerras na Grécia Antiga e a violência contemporânea na América Latina, com um foco especial na violência contra mulheres.
Destaque
Romão detalha seu processo criativo, desde a infância vendendo poemas na escola até sua recente obra, que mapeia a violência através da lente da literatura ocidental e sua fundação em massacres. Ela destaca a importância do slam em sua trajetória, transformando a poesia em uma experiência viva e urgente.
Novidades
Desde o reconhecimento no Prêmio Jabuti, a autora observa uma expansão significativa de seu público leitor. Seus livros, antes distribuídos em pequena escala, agora alcançam bibliotecas, feiras, livrarias e escolas. Além disso, a poeta expandiu seu alcance internacional, com publicações na França e Argentina e participações em eventos literários na Alemanha e Portugal.
Visão sobre a Poesia
Luiza Romão defende que não há uma “maneira correta” de ler poesia. Ela vê as plataformas digitais não como concorrentes, mas como possíveis aliadas na disseminação da poesia, exemplificando com o impacto do Slam Resistência na popularização do movimento slam através da internet.
JOEMA CARVALHO Joema: Que seja 'húmus', enquanto durar. E 'manejos de poda', enquanto houver luta!
Auxilium duplex Há um grande movimento contra alimentar a biografia de Carolina Maria de Jesus com a 'romantização da miséria humana'.
NERUDA Pablo Neruda e a criança que sobrevive no adulto: brincar também é uma forma de permanecer humano
EDITORIAL DE HOJE Cada livro, é um pedaço da alma de Maria José Lima: lamentos, silêncios e simbioses
Há 1 ANO-TBT A força da música do Maranhão ouvida na região sul do país
ESPECIAIS Uma vitória em versos: a Academia Cearense de Literatura de Cordel escolhe seu Hino Mín. 12° Máx. 19°
Mín. 11° Máx. 18°
Tempo nubladoMín. 8° Máx. 22°
Tempo limpo
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
José Neres “OBRAS LITERÁR(IA)S?”, crônica do professor e membro APB-MA, José Neres.
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”