O alto custo do baile da Ilha Fiscal
Textos escolhidos: Hélio Rocha/Jornal Opção
A festa foi uma homenagem à tripulação do navio chileno almirante Concrane e também para festejar as bodas de prata da princesa Isabel e do conde D’Eu
O Baile da Ilha Fiscal | Foto: Wikimedia Commons
Quem chega ao Rio de avião pelo Aeroporto Santos Dumont tem uma boa ideia da Ilha Fiscal, que fica próxima. No tempo de Dom Pedro II, ela pertencia à casa imperial e nela se edificava um palacete. Foi lá que se realizou uma célebre festa. Foi no dia 9 de novembro de 1889, um sábado.
Por incrível que pareça, seis dias depois o império caiu, com a proclamação da República. A festa foi uma homenagem à tripulação do navio chileno almirante Concrane e também para festejar as bodas de prata da princesa Isabel e do conde D’Eu. Dom Pedro II tinha fama de austero, mas essa festa foi super suntuosa, com fantásticos gastos. Compareceram mais de 5 mil e 500 pessoas. Veja-se que nela se consumiu.
Na festa foram consumidos 3 mil pratos de sopa, 50 caixas de peixes grandes, 800 latas de lagosta, 800 quilos de camarões, 100 latas de salmão, 3 mil latas de ervilhas, 1.200 latas de aspargos, 400 diferentes saladas, 800 latas de trufas, 12 mil frituras, 3.500 peças de caça miúda, 1.500 costeletas de carneiro, 1.200 frangos, 250 galinhas, 500 perus, 64 faisões, 80 patos, 23 cabritos, 25 cabeças de porco, 18 mil frutas, 1.200 pratos doces, 20 mil sanduíches, 14 mil sorvetes, 50 mil quilos de gelo – tudo isso regado a 10 mil litros de cerveja, 80 caixas de champanhe, 20 Caixas de vinho branco, 78 de tinto, 90 vinhos de sobremesa, além de 26 de conhaque, vermutes e outros licores.
FOGUETES/RAPOSA De Raposa (MA) para o Brasil: alunos de escola pública conquistam primeiro lugar em competição nacional de foguetes
NAUZA L. MARTINS “Conversando com os Silêncios” Nauza Luza Martins – Lua de Vênus (APB-DF)
Renata Barcellos “Humanidade e o uso da tecnologia”. Por Renata Barcellos
NORDESTINAMENTE No Dia do Nordestino, a homenagem especial da titular da coluna “Cordel Brasileiro”
Textos Escolhidos “Como Morreu Gonçalves Dias”, texto do professor Euges Lima, do IHGM
RESENHAS MHL Anjos e Poetas: uma apreciação lírica sobre obra de Álvaro Monteiro de Castro Mín. 10° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 17°
Tempo nubladoMín. 11° Máx. 21°
Tempo nublado
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”